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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Conselho de Segurança da ONU se reúne para discutir situação na Síria

Encontro deve começar às 20h30 horário de Brasília.
Rússia pediu reunião após ataque da coalizão contra tropas sírias.


France Presse

O Conselho de Segurança da ONU se reunirá neste sábado à noite (17) para discutir os ataques da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra posições militares sírias, informaram diplomatas.


Socorristas descansam na sexta-feira (16) em meio aos escombros de edifícios danificados após um ataque aéreo no bairro de Tariq al-Bab, que é controlado pelos rebeldes em Aleppo, na Síria (Foto: Abdalrhman Ismail/Reuters)
Socorristas descansam na sexta-feira (16) em meio aos escombros de edifícios danificados após um ataque aéreo no bairro de Tariq al-Bab, que é controlado pelos rebeldes em Aleppo, na Síria (Foto: Abdalrhman Ismail/Reuters)

A Rússia pediu esta reunião de emergência, que está prevista para começar a partir das 19h30 do horário local (20h30 horário de Brasília).

A Rússia havia pedido a convocação de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU depois dos ataques aéreos da coalizão internacional liderada pelos EUA contra tropas sírias perto de Deir al-Zor.

A porta-voz Maria Zakharova disse que os ataques teriam provocado a morte de 62 soldados sírios. "Vamos exigir de Washington explicações completas e muito detalhadas que deverão ser expostas ao Conselho de Segurança da ONU", afirmou Zakharova.

Segundo a portz-voz, a Rússia se mostrou "muito preocupada" com esses bombardeios que "atingiram diretamente o exército sírio que combatia os contingentes do grupo EI".

"Esses ataques colocam em risco tudo o que foi conquistado até agora pela comunidade internacional", pelo Grupo Internacional de Apoio à Síria, por Moscou e por Washington, padrinhos do processo de paz na Síria, afirmou Zakharova.

Ainda neste sábado, o Pentágono admitiu que é "possível" que bombardeio da coalizão internacional tenha atingidos membros e veículos do Exército do governo sírio na cidade de Deir al-Zor, no leste da Síria.

Em comunicado, o Pentágono afirmou que as forças da coalizão internacional acreditavam ter atingido uma posição de um grupo de militantes do Estado Islâmico (EI) que estavam acompanhando durante "uma quantidade significativa de tempo".

No entanto o Pentágono disse que o Ministério da Defesa da Rússia advertiu que era "possível" que soldados e veículos que estavam sendo bombardeados fizessem parte das forças do regime sírio e a coalizão internacional decidiu interromper o ataque.

"O ataque aéreo foi interrompido imediatamente quando funcionários da coalizão foram informados pelas autoridades russas que era possível que pessoal e veículos postos no alvo fossem parte do Exército sírio", informou o Pentágono em comunicado.

Na nota, o Pentágono garantiu que as forças da coalizão internacional "não atacariam intencionalmente uma unidade militar Síria" e se desculpou, lembrando que a Síria vive "uma complexa situação com várias forças militares e milícias operando em proximidade".

"A coalizão revisará este ataque e as circunstâncias que o rodeiam para ver se pode aprender alguma lição", concluiu o texto. O Pentágono não informou sobre o número de possíveis mortos ou feridos como resultado do bombardeio.

O chefe da Direção de Serviços de Comunicação do Ministério da Defesa da Rússia, general Igor Konashenkov, afirmou que o bombardeio da coalizão nas proximidades do Aeroporto de Deir al-Zor causou a morte de mais de 60 membros das forças do regime sírio.

Citando fontes militares dentro do aeroporto, o Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, informou que pelo menos 30 membros das forças do regime sírio morreram no bombardeio, que aconteceu no penúltimo dia do cessar-fogo acertado entre EUA e Rússia.



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