Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Damasco: Presença de tropas turcas na Síria é 'agressão aberta'

Durante a sua intervenção na Assembleia Geral da ONU, o chanceler sírio, Walid Muallem, afirmou que a Turquia deve retirar suas tropas do território sírio.


Sputnik


Ele reiterou o compromisso da Síria em respeito ás negociações em Genebra sobre a resolução do conflito. "Confirmamos nossas obrigações de seguir com o processo de Genebra", disse Muallem. 


Ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem, na Assembleia Geral da ONU
Ministro das Relações Exteriores da Síria Walid Muallem © AFP 2016/ Timothy A. Clary

"A Síria mantêm uma postura construtiva a respeito da solução política e apela para que decisões eventuais respeitem a soberania, independência e integridade territorial da Síria, assim como a unidade do seu povo", disse o chanceler. 


Damasco também condenou a presença das tropas turcas em território sírio, argumentando que trata-se de uma 'agressão aberta'. "Ancara deve retirar as suas forças", frisou o ministro das Relações Exteriores da Síria.


Postar um comentário