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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Erdogan : Armas americanas entregues aos curdos passam para o Daesh

Metade das armas que os EUA forneceram três dias atrás às forças de autodefesa curdas sírias acabou por passar para as mãos dos militantes do Daesh, disse o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. 


Sputnik

"Três dias atrás, três aviões com armas americanas para as forças dos curdos sírios aterrissaram na cidade síria de Kobane. Metade destas armas passou para as mãos dos terroristas do Daesh. Nós avisámos disso Barack Obama, mas não conseguimos convencê-lo. Agora, infelizmente, eles jogam o mesmo jogo. Isso não levará a resultados concretos, mas apenas contribuirá para a continuação do derramamento de sangue na Síria", disse Erdogan discursando numa recepção em Nova York. Seu discurso foi citado pela agência Anadolu.


Presidente turco Reccep Tayyip Erdogan
Recep Tayyip Erdogan © REUTERS/ Murat Cetinmuhurdar/Presidential Palace


Segundo o líder turco, para Ancara é difícil compreender as razões pelas quais Washington apoia o Partido da União Democrática (PYD) e as forças de autodefesa dos curdos sírios, que a Turquia considera como grupos terroristas ligados ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

"Dizem-nos que estão lutando contra o Daesh. Será que a Frente al-Nusra não está lutando contra o Daesh? Então por que não a apoiam e a incluíram na lista dos [grupos] terroristas? Onde está a lógica? Por que não reconhecem como terroristas aqueles que o são considerados por Ancara?", declarou Erdogan. 


Há que lembrar que anteriormente os EUA abriram um centro de coordenação na cidade síria de Tel Abyad para preparar a liberação de Raqqa dos terroristas do Daesh.

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