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Moscou revela fotos de material bélico dos EUA nas posições do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia publicou na sua conta no Facebook fotos aéreas de posições do Daesh (organização proibida na Rússia), perto da cidade de Deir ez-Zor, nas quais se vê material bélico dos EUA.
Sputnik

"Graças às fotografias aéreas captadas entre 8 e 12 de setembro de 2017, perto das posições do Daesh foi detectado um grande número de veículos blindados norte-americanos Hummer que estão em serviço das forças especiais dos EUA", informou o ministério.


Segundo o ministério, nas fotos é claramente visível o posicionamento das forças especiais dos EUA em pontos de apoio que anteriormente foram equipados pelos terroristas. Nas fotos não há nenhuns vestígios de ataques, bem como de confrontos com os terroristas ou crateras provocadas por ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos EUA.

"Embora os pontos de apoio dos destacamentos das Forças Armadas dos EUA estejam nas zonas das atuais posições do Daesh, não existem quaisquer vestígios de pre…

EUA classifica os recentes ataques da Turquia contra alvos curdos como "inaceitáveis"

EUA rechaçam combate entre turcos e curdos na Síria. Pentágono classifica os recentes ataques da Turquia contra alvos curdos como "inaceitáveis" e pede que as forças se concentrem no combate ao "Estado Islâmico". Ministro turco rebate declarações.


Deutsch Welle

Os Estados Unidos criticaram nesta segunda-feira (29/08) os recentes combates entre o Exército turco, os rebeldes sírios pró-Turquia e unidades da aliança curda na Síria. De acordo com o Departamento de Defesa americano, essas operações são "inaceitáveis" e devem chegar ao fim. 


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Tanques do Exército da Turquia na fronteira de Jarablus, na Síria | © Revolutionary Forces of Syria Media Office / Reuters

Em comunicado assinado pelo porta-voz Peter Cook, o Pentágono destaca que as forças citadas deviam se concentrar no combate ao grupo extremista "Estado Islâmico" (EI). Além disso, combates em áreas onde o EI não está presente são "fonte de profunda preocupação" para os Estados Unidos.

"Estamos acompanhando de perto os relatos de combates ao sul de Jarablus – onde o EI já não está – entre as forças armadas turcas, alguns grupos da oposição e unidades que estão ligadas às SDF [Forças Sírias Democráticas, lideradas pelos curdos]", diz a nota, acrescentando que os EUA "não estão envolvidos nestas atividades, e elas não foram coordenadas com forças americanas".

Nesta segunda-feira, o ministro turco de Assuntos Europeus, Omer Celik, rechaçou as declarações do Pentágono. "Ninguém tem o direito de nos dizer contra qual organização terrorista devemos lutar e qual delas devemos ignorar", disse Celik a repórteres em Bruxelas.

Washington apoia a milícia curda Unidades de Defesa Popular (YPG), considerada uma organização terrorista pela Turquia. Ancara diz que seguirá com os ataques a menos que as YPG se retirem para leste do rio Eufrates, afastando-se assim de sua fronteira.

Ofensivas no norte da Síria

Na semana passada, as Forças armadas turcas avançaram sobre o norte da Síria, juntamente com seus aliados rebeldes, expulsando o EI da cidade fronteiriça de Jarablus, e assim se antecipando aos rebeldes curdos, cuja função nas SDF é importante.

Com tais estratégias, Ancara procura evitar a formação de um território curdo contínuo no norte da Síria, por temer que assim o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), classificado como terrorista, venha a ganhar mais força em solo turco.

No domingo, dezenas de pessoas foram mortas em bombardeios turcos. Ancara disse ter matado 25 "terroristas curdos" e assegurou que as suas forças se esforçam para evitar vítimas civis. No entanto, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos afirma que pelo menos 40 civis morreram nas ofensivas.




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