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Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.
Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", for…

EUA não planejam operações conjuntas com a Rússia contra Daesh na Síria

Os EUA não planejam realizar operações conjuntas com a Rússia no combate ao Daesh na Síria, declarou o vice-porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner.


Sputnik


"Eu sei que os alvos do Estado Islâmico estão sendo discutidos. Segundo o meu entendimento, por enquanto serão só alvos do al-Nusra, em algumas áreas", disse Toner durante o briefing desta terça-feira. 


Representante oficial do Departamento de Estado dos EUA, Mark Toner
Mark Toner | CSPAN (Screenshot)

"Vamos continuar a realizar ataques aéreos contra o Estado Islâmico. No entanto, segundo o meu entendimento, (os ataques) não são coordenados (com a Rússia) e não fazem parte do Joint Intelligence Committee", completou Toner, se referindo ao centro conjunto da Rússia e dos EUA para o cumprimento do acordo de cessar-fogo na Síria.


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