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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

EUA pediram desculpa ao presidente Assad pelo ataque aéreo contra Exército sírio

EUA apresentaram desculpas ao presidente Bashar Assad pelo ataque aéreo contra o Exército sírio, disse o Chanceler russo Sergei Lavrov durante seu discurso no programa "Vesti v Subbotu".


Sputnik


No sábado, dia 17 de setembro de 2016, quatro aviões americanos da coalizão internacional atacaram as tropas governamentais da Síria, cercadas por militantes do Daesh, grupo terrorista (é proibido na Rússia e faz parte da lista de grupos terroristas das Nações Unidas). 


Habitantes da cidade de Deir ez-Zor
Deir ez-Zor © flickr.com/ Cristian Iohan Stefanescu

Em consequência do incidente, as forças do Daesh conseguiram ocupar uma posição estratégica, começando uma ofensiva contra o exército sírio. O comando americano explicou o fato alegando "um erro". 62 soldados sírios morreram e por volta de 100 ficaram feridos. 


"Esta situação é um pouco estranha <…> É difícil crer que os agentes secretos da coalizão, criada pelos EUA contra o Daesh no território da Síria, se possam ter esquecido da deslocação de forças. Mas eu não quero fazer acusações", disse. 

O ministro observou que restaurar o regime de cessar-fogo na Síria só é possível numa base coletiva, sem exigências unilaterais. 

"Nós não temos de provar nada unilateralmente, mas é preciso que nos provem que há um desejo sincero de separar a oposição — quem coopera com a coalizão americana e quem coopera com a Frente al-Nusra, depois disso é preciso acabar com ela e fazer a oposição parte do processo político", disse ele em programa "Vesti v Subbotu".

O ministro disse que se a Rússia não recebe as provas, isto reforçará as suspeitas que tudo isso foi iniciado a fim de trazer Frente al-Nusra do golpe.

Nós já fizemos concessões, disse o ministro, já tínhamos prolongado a trégua. "Cada vez achamos mais que estas pausas foram usadas para que os militantes, incluindo os da al-Nusra, se reabastecessem de pessoal, armas e provisões".




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