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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

EUA pediram desculpa ao presidente Assad pelo ataque aéreo contra Exército sírio

EUA apresentaram desculpas ao presidente Bashar Assad pelo ataque aéreo contra o Exército sírio, disse o Chanceler russo Sergei Lavrov durante seu discurso no programa "Vesti v Subbotu".


Sputnik


No sábado, dia 17 de setembro de 2016, quatro aviões americanos da coalizão internacional atacaram as tropas governamentais da Síria, cercadas por militantes do Daesh, grupo terrorista (é proibido na Rússia e faz parte da lista de grupos terroristas das Nações Unidas). 


Habitantes da cidade de Deir ez-Zor
Deir ez-Zor © flickr.com/ Cristian Iohan Stefanescu

Em consequência do incidente, as forças do Daesh conseguiram ocupar uma posição estratégica, começando uma ofensiva contra o exército sírio. O comando americano explicou o fato alegando "um erro". 62 soldados sírios morreram e por volta de 100 ficaram feridos. 


"Esta situação é um pouco estranha <…> É difícil crer que os agentes secretos da coalizão, criada pelos EUA contra o Daesh no território da Síria, se possam ter esquecido da deslocação de forças. Mas eu não quero fazer acusações", disse. 

O ministro observou que restaurar o regime de cessar-fogo na Síria só é possível numa base coletiva, sem exigências unilaterais. 

"Nós não temos de provar nada unilateralmente, mas é preciso que nos provem que há um desejo sincero de separar a oposição — quem coopera com a coalizão americana e quem coopera com a Frente al-Nusra, depois disso é preciso acabar com ela e fazer a oposição parte do processo político", disse ele em programa "Vesti v Subbotu".

O ministro disse que se a Rússia não recebe as provas, isto reforçará as suspeitas que tudo isso foi iniciado a fim de trazer Frente al-Nusra do golpe.

Nós já fizemos concessões, disse o ministro, já tínhamos prolongado a trégua. "Cada vez achamos mais que estas pausas foram usadas para que os militantes, incluindo os da al-Nusra, se reabastecessem de pessoal, armas e provisões".




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