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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

EUA pediram desculpa ao presidente Assad pelo ataque aéreo contra Exército sírio

EUA apresentaram desculpas ao presidente Bashar Assad pelo ataque aéreo contra o Exército sírio, disse o Chanceler russo Sergei Lavrov durante seu discurso no programa "Vesti v Subbotu".


Sputnik


No sábado, dia 17 de setembro de 2016, quatro aviões americanos da coalizão internacional atacaram as tropas governamentais da Síria, cercadas por militantes do Daesh, grupo terrorista (é proibido na Rússia e faz parte da lista de grupos terroristas das Nações Unidas). 


Habitantes da cidade de Deir ez-Zor
Deir ez-Zor © flickr.com/ Cristian Iohan Stefanescu

Em consequência do incidente, as forças do Daesh conseguiram ocupar uma posição estratégica, começando uma ofensiva contra o exército sírio. O comando americano explicou o fato alegando "um erro". 62 soldados sírios morreram e por volta de 100 ficaram feridos. 


"Esta situação é um pouco estranha <…> É difícil crer que os agentes secretos da coalizão, criada pelos EUA contra o Daesh no território da Síria, se possam ter esquecido da deslocação de forças. Mas eu não quero fazer acusações", disse. 

O ministro observou que restaurar o regime de cessar-fogo na Síria só é possível numa base coletiva, sem exigências unilaterais. 

"Nós não temos de provar nada unilateralmente, mas é preciso que nos provem que há um desejo sincero de separar a oposição — quem coopera com a coalizão americana e quem coopera com a Frente al-Nusra, depois disso é preciso acabar com ela e fazer a oposição parte do processo político", disse ele em programa "Vesti v Subbotu".

O ministro disse que se a Rússia não recebe as provas, isto reforçará as suspeitas que tudo isso foi iniciado a fim de trazer Frente al-Nusra do golpe.

Nós já fizemos concessões, disse o ministro, já tínhamos prolongado a trégua. "Cada vez achamos mais que estas pausas foram usadas para que os militantes, incluindo os da al-Nusra, se reabastecessem de pessoal, armas e provisões".




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