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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Helicóptero SH-16 Seahawk passa por avaliação operacional

Marinha do Brasil | Poder Naval

No dia 14 de agosto, a aeronave SH-16 (3036) do Comando do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1), se deslocou da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a fim de cumprir os testes exploratórios do equipamento de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE) e dos sistemas de Medidas de Ataque Eletrônico (MAE), referentes a sua avaliação operacional. As avaliações aconteceram entre os dias 15 e 19 de agosto e foram acompanhadas por representantes do Comando em Chefe da Esquadra, do Centro de Análises de Sistemas Navais, do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha e do EsqdHS-1. 


SH-16 em avaliação
SH-16 em avaliação

Foram conduzidos testes exploratórios de forma inédita, utilizando o equipamento de geração de cenários de guerra eletrônica “Excalibur”, do Laboratório de Guerra Eletrônica, com toda a infraestrutura disponibilizada pelo Instituto de Pesquisas e Ensaio em Voo (IPEV), ambos da Força Aérea Brasileira. A atividade permitiu testar, de forma flexível, as diversas funcionalidades do equipamento MAGE e dos sistemas de MAE da aeronave embarcados, sem a necessidade de voar dentro de um cenário real de emissores para teste do sistema.

Ressalta-se ainda que foi realizado o primeiro teste na América Latina com emprego de fibra óptica em transmissão de sinais radar para avaliação operacional da aeronave.

A realização dos testes em colaboração com o ITA e o IPEV incrementou a interoperabilidade entre as Forças e sua continuidade permitirá uma economia expressiva de recursos para a Marinha.



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