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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Helicóptero SH-16 Seahawk passa por avaliação operacional

Marinha do Brasil | Poder Naval

No dia 14 de agosto, a aeronave SH-16 (3036) do Comando do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1), se deslocou da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia para o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a fim de cumprir os testes exploratórios do equipamento de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE) e dos sistemas de Medidas de Ataque Eletrônico (MAE), referentes a sua avaliação operacional. As avaliações aconteceram entre os dias 15 e 19 de agosto e foram acompanhadas por representantes do Comando em Chefe da Esquadra, do Centro de Análises de Sistemas Navais, do Centro de Guerra Eletrônica da Marinha e do EsqdHS-1. 


SH-16 em avaliação
SH-16 em avaliação

Foram conduzidos testes exploratórios de forma inédita, utilizando o equipamento de geração de cenários de guerra eletrônica “Excalibur”, do Laboratório de Guerra Eletrônica, com toda a infraestrutura disponibilizada pelo Instituto de Pesquisas e Ensaio em Voo (IPEV), ambos da Força Aérea Brasileira. A atividade permitiu testar, de forma flexível, as diversas funcionalidades do equipamento MAGE e dos sistemas de MAE da aeronave embarcados, sem a necessidade de voar dentro de um cenário real de emissores para teste do sistema.

Ressalta-se ainda que foi realizado o primeiro teste na América Latina com emprego de fibra óptica em transmissão de sinais radar para avaliação operacional da aeronave.

A realização dos testes em colaboração com o ITA e o IPEV incrementou a interoperabilidade entre as Forças e sua continuidade permitirá uma economia expressiva de recursos para a Marinha.



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