Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

MRE russo: ameaças de atentados por parte dos EUA são indicador de baixeza política

A representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, comentou a declaração do Departamento dos EUA sobre os atentados de extremistas em cidades russas. 


Sputnik

"Os senhores [diplomatas norte-americanos] não acham que tais declarações sobre 'corpos em caixões', 'atentados nas cidades russas' e 'perdas militares' lembram mais uma ordem de ataque do que um comentário de diplomata?", escreveu o representante oficial do MRE da Rússia no seu Facebook.


Ministério das Relações Exteriores da Rússia
Ministério das Relações Exteriores da Rússia © AFP 2016/ ALEXANDER NEMENOV


Zakharova também perguntou a que terroristas o diplomata americano se refere e se eles não estão ligados com a oposição moderada na Síria, que Moscou tenta demarcar dos terroristas.


Entretanto, o vice-chefe do MRE, Sergey Ryabkov, disse que as declarações do representante do Departamento do Estado são um "ataque de nervos" no contexto da incapacidade de Washington de cumprir os acordos sobre a Síria.

"Estes apelos mal encerrados a 'utilizar' a força terrorista contra a Rússia são um indicador da baixeza política da política da administração dos EUA relativamente ao Oriente Médio e, nomeadamente, no que tange à Síria", acrescentou o diplomata. Lembramos que John Kirby, representante oficial do Departamento de Estado, tentou atemorizar Moscou com ameaças de ataques terroristas em cidades russas e perdas militares na Síria.

Postar um comentário