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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

MRE russo: ameaças de atentados por parte dos EUA são indicador de baixeza política

A representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, comentou a declaração do Departamento dos EUA sobre os atentados de extremistas em cidades russas. 


Sputnik

"Os senhores [diplomatas norte-americanos] não acham que tais declarações sobre 'corpos em caixões', 'atentados nas cidades russas' e 'perdas militares' lembram mais uma ordem de ataque do que um comentário de diplomata?", escreveu o representante oficial do MRE da Rússia no seu Facebook.


Ministério das Relações Exteriores da Rússia
Ministério das Relações Exteriores da Rússia © AFP 2016/ ALEXANDER NEMENOV


Zakharova também perguntou a que terroristas o diplomata americano se refere e se eles não estão ligados com a oposição moderada na Síria, que Moscou tenta demarcar dos terroristas.


Entretanto, o vice-chefe do MRE, Sergey Ryabkov, disse que as declarações do representante do Departamento do Estado são um "ataque de nervos" no contexto da incapacidade de Washington de cumprir os acordos sobre a Síria.

"Estes apelos mal encerrados a 'utilizar' a força terrorista contra a Rússia são um indicador da baixeza política da política da administração dos EUA relativamente ao Oriente Médio e, nomeadamente, no que tange à Síria", acrescentou o diplomata. Lembramos que John Kirby, representante oficial do Departamento de Estado, tentou atemorizar Moscou com ameaças de ataques terroristas em cidades russas e perdas militares na Síria.

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