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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

'Participação russa da luta contra terrorismo na Síria evitou desintegração do país'

O envolvimento russo na luta contra o terrorismo na Síria evitou a desintegração do país e consolidou o poder legítimo, disse o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Bahram Qasemi. 


Sputnik

"O envolvimento da Rússia na crise síria e a sua participação da luta contra o terrorismo neste país evitaram a desintegração do país e permitiram defender a integridades do seu território, consolidar o poder legítimo neste país e, além disso, este envolvimento ajudou a recuperar o equilíbrio que caracterizava a região no passado", disse Qasemi à agência RIA Novosti.


Aviões de assalto russos Su-25 no céu da Síria, base aérea de Hmeymim, Síria
Sukhoi Su-25 © Sputnik/ Dmitry Vinogradov


Os confrontos armados na Síria continuam desde março de 2011. Como resultado, segundo os dados da ONU, mais 220 mil pessoas já se tornaram vítimas do conflito. Desde 30 de setembro de 2015 sob o pedido do presidente sírio Bashar Assad a Rússia iniciou realizar ataques aéreos contra posições terroristas na Síria.

Com o apoio russo Damasco conseguiu alterar a situação na frente e lançar ofensiva em direções-chave. Desde setembro de 2015 até março de 2016 a aviação russa realizou mais de 9 mil missões. 


Em março, o presidente russo Vladimir Putin tomou a decisão de retirar a maior parte das forças russas depois de terem completado suas missões na Síria. Ao mesmo tempo, a Rússia não abandonou as suas obrigações de fornecer ao governo sírio armas, equipamento militar e treinar especialistas militares. A base área de Hmeymim, bem como as instalações navais do porto de Tartus, continuam operacionais, enquanto os sistemas de defesa antiaérea protegem os militares russos na Síria, um país que continua mergulhado na guerra.


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