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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Político japonês acusa EUA de pressionarem autoridades da Crimeia

Os EUA e uma série dos países europeus se recusaram a reconhecer as eleições deste domingo (18) na Crimeia, o que mostra o fato da pressão política, declarou o político japonês Mitsuhiro Kimura, presidente do movimento patriótico japonês Issuikai. 


Sputnik

"Achamos que a a recusa dos EUA de reconhecerem os resultados das eleições legislativas na Crimeia é uma forma de exercer pressão política", declarou Mitsuhiro Kimura.


A procuradora-geral da Crimeia Natalia Poklonskaya vota nas eleições legislativas, 2016
Eleições na Crimeia © Sputnik/ Maksim Vetrov


Anteriormente, o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko havia exortado os países do G7 e da União Europeia a não reconhecerem a legitimidade das eleições legislativas na Rússia realizadas na Crimeia e em Sevastopol.


Após isso, os EUA e uma série dos países europeus se recusaram a reconhecer as eleições deste domingo na Crimeia.

"O fato de os EUA, na pessoa do Departamento do Estado, terem anunciado, ainda antes de os resultados serem públicos, que não reconheceriam as eleições fosse qual fosse o resultado é, segundo a minha opinião, inaceitável e muito suspeito. Se trata de pressão política aberta sobre os participantes do processo eleitoral e isso é de fato incorreto", disse Kimura aos jornalistas, após ter visitado várias circunscrições eleitorais na Crimeia no dia das eleições. O político japonês lamenta que os países ocidentais continuem a ignorar a vontade dos habitantes locais da Crimeia. 


Na Crimeia, onde as eleições legislativas russas foram realizadas pela primeira vez, foram formados três círculos uninominais, e mais um círculo em Sevastopol. Na península, cerca de 1,8 milhões de habitantes têm direito de voto.



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