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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Poroshenko anuncia novas sanções antirussas relacionadas com Crimeia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, anunciou durante uma reunião do Conselho de Segurança Nacional e Defesa a decisão de estender as sanções contra entidades e indivíduos russos por conta da anexação da Crimeia.


Sputnik


As novas restrições, de acordo com o presidente, serão aplicadas contra empresas do setor de defesa e instituições financeiras na Rússia que prestam apoio às milícias de Donetsk e Lugansk, bem como a companhias marítimas e aéreas que cooperam com a Crimeia. 


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia, em reunião de gabinete em Kiev
Piotr Poroshenko © REUTERS/ Andrew Kravchenko

"Trata-se de empresas operadoras, navios e aeronaves, que ao visitar a Crimeia apesar da severa proibição ucraniana, cometem uma grave violação das leis ucranianas", disse Poroshenko em comunicado divulgado no site da presidência. 


O presidente também propôs a imposição de sanções para as pessoas que se candidataram na Crimeia para as eleições parlamentares russas em 18 de setembro. Para estes, a vitória nas eleições seria equivalente, segundo ele, à entrada para o "clube dos sancionados". 

A Crimeia foi reintegrada à Rússia em março de 2014 após um referendo em que uma maioria de 96% da população da península votou para fazer parte da Federação Russa.

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