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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Putin não vê alternativa ao 'Formato da Normandia' para resolver crise ucraniana

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira (5) que não há alternativas ao formato do Quarteto da Normandia para resolver a situação na Ucrânia. Segundo ele, tais encontros devem melhorar situação, mas não podem se reduzir a conversas.


Sputnik


"Nós vamos nos reunir no formato trilateral (Rússia, França e Alemanha), bem como em formatos bilaterais", disse Putin após a reunião do G20. 


Quarteto da Normandia: Vladimir Putin, Angela Merkel, Francois Hollande, e Pyotr Poroshenko.
Quarteto da Normandia © AP Photo/ Alexander Zemlianichenko

"Quanto ao formato da Normandia, se é bom ou mau, por enquanto não há outra opção buscar chegar a uma resolução", disse Putin na entrevista coletiva. "É por isso que, é claro, a Rússia vai apoiar este formato", acrescentou. 


"O que podemos fazer, acho que vamos ter de falar (com o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko)", observou. 

Ele ainda destacou que "não faz sentido apenas afirmar que a reunião foi realizada". "Eu tenho a impressão de que ninguém quer se reunir somente por se reunir, talvez com a exceção de Poroshenko, eu não sei", concluiu.

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