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Kim Jong-un: Após 'declaração de guerra feroz', Trump e os EUA pagarão caro

Em um raro pronunciamento, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse nesta sexta-feira (horário local) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu povo "pagarão caro"pelas “palavras excêntricas” que pregaram a destruição da Coreia do Norte.
Sputnik

Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, Trump afirmou que os EUA estão prontos para a "destruição total" da Coreia do Norte, caso isso se faça necessário.


Além disso, o presidente estadunidense chamou Kim de "Homem Foguete", pelo que considera uma "tática suicida" de provocações contra Washington e o resto dos seus aliados na Ásia.

"Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia ter esperado quando ele se permitiu que palavras tão excêntricas tropeçassem da sua língua", disse Kim, em declarações reproduzidas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).

"Qualquer coisa que Trump possa ter esperado, ele enfrentará resultados além de suas expectativas. Eu vou, …

Rússia afirma que rebeldes sírios violam trégua, mas governo a respeita

Exército russo diz que oposição violou cessar-fogo em 23 ocasiões.


France Presse

A Rússia afirmou nesta terça-feira (13) que o regime sírio respeita plenamente a trégua em vigor desde segunda-feira, mas que os combatentes rebeldes a violaram em 23 ocasiões.


Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)
Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

"As tropas do governo sírio pararam de disparar, com exceção das áreas onde estão ativos os combatentes do Estado Islâmico e da Frente al-Nosra", disse Viktor Pznikhir, responsável militar russo, acrescentando que as forças "da oposição moderada" violaram a trégua 23 vezes em áreas residenciais e disparando contra as posições do regime.

Trégua

 
O secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, que apoiam lados opostos na guerra, anunciaram a trégua durante uma reunião em Genebra, na Suíça, com o objetivo de encontrar uma solução política para a crise da Síria. O país vive em guerra há seis anos e já registrou mais de 290 mil mortes neste período.

Os EUA apoiam os rebeldes moderados e curdos que lutam na Síria, além de liderar a coalizão internacional que bombardeia alvos do Estado Islâmico no país. A coalizão liderada pelos EUA defende o fim do regime do presidente Bashar al-Assad.

A Rússia, por sua vez, é aliada do governo sírio. Mas tanto a Rússia quanto os EUA têm um alvo em comum: os extremistas do Estado Islâmico. O EI perdeu um terço de seus territórios, conquistados em 2014: agora controla apenas 20% do Iraque e 35% da Síria, um total de 150.000 km² habitados por 4,5 milhões de pessoas.



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