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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia afirma que rebeldes sírios violam trégua, mas governo a respeita

Exército russo diz que oposição violou cessar-fogo em 23 ocasiões.


France Presse

A Rússia afirmou nesta terça-feira (13) que o regime sírio respeita plenamente a trégua em vigor desde segunda-feira, mas que os combatentes rebeldes a violaram em 23 ocasiões.


Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)
Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

"As tropas do governo sírio pararam de disparar, com exceção das áreas onde estão ativos os combatentes do Estado Islâmico e da Frente al-Nosra", disse Viktor Pznikhir, responsável militar russo, acrescentando que as forças "da oposição moderada" violaram a trégua 23 vezes em áreas residenciais e disparando contra as posições do regime.

Trégua

 
O secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, que apoiam lados opostos na guerra, anunciaram a trégua durante uma reunião em Genebra, na Suíça, com o objetivo de encontrar uma solução política para a crise da Síria. O país vive em guerra há seis anos e já registrou mais de 290 mil mortes neste período.

Os EUA apoiam os rebeldes moderados e curdos que lutam na Síria, além de liderar a coalizão internacional que bombardeia alvos do Estado Islâmico no país. A coalizão liderada pelos EUA defende o fim do regime do presidente Bashar al-Assad.

A Rússia, por sua vez, é aliada do governo sírio. Mas tanto a Rússia quanto os EUA têm um alvo em comum: os extremistas do Estado Islâmico. O EI perdeu um terço de seus territórios, conquistados em 2014: agora controla apenas 20% do Iraque e 35% da Síria, um total de 150.000 km² habitados por 4,5 milhões de pessoas.



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