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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Rússia afirma que rebeldes sírios violam trégua, mas governo a respeita

Exército russo diz que oposição violou cessar-fogo em 23 ocasiões.


France Presse

A Rússia afirmou nesta terça-feira (13) que o regime sírio respeita plenamente a trégua em vigor desde segunda-feira, mas que os combatentes rebeldes a violaram em 23 ocasiões.


Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)
Criança recebe atendimento em hospital após ataques aéreos em área dominada por rebeldes em Damasco, na Síria (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

"As tropas do governo sírio pararam de disparar, com exceção das áreas onde estão ativos os combatentes do Estado Islâmico e da Frente al-Nosra", disse Viktor Pznikhir, responsável militar russo, acrescentando que as forças "da oposição moderada" violaram a trégua 23 vezes em áreas residenciais e disparando contra as posições do regime.

Trégua

 
O secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, que apoiam lados opostos na guerra, anunciaram a trégua durante uma reunião em Genebra, na Suíça, com o objetivo de encontrar uma solução política para a crise da Síria. O país vive em guerra há seis anos e já registrou mais de 290 mil mortes neste período.

Os EUA apoiam os rebeldes moderados e curdos que lutam na Síria, além de liderar a coalizão internacional que bombardeia alvos do Estado Islâmico no país. A coalizão liderada pelos EUA defende o fim do regime do presidente Bashar al-Assad.

A Rússia, por sua vez, é aliada do governo sírio. Mas tanto a Rússia quanto os EUA têm um alvo em comum: os extremistas do Estado Islâmico. O EI perdeu um terço de seus territórios, conquistados em 2014: agora controla apenas 20% do Iraque e 35% da Síria, um total de 150.000 km² habitados por 4,5 milhões de pessoas.



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