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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

'Se não eliminarmos os terroristas na Síria, amanhã chegarão a Moscou'

Os "processos migratórios" do Daesh continuam. A necessidade de eliminar os terroristas na Síria e no Iraque permanece urgente.


Sputnik


Entretanto, mais e mais militantes fogem para os seus países de origem devido às grandes baixas sofridas entre os terroristas na Síria e no Iraque, onde se realizam operações antiterroristas. O relatório do Conselho de Segurança da ONU sobre o Daesh e a Al-Qaeda afirma que os terroristas no Oriente Médio sofrem uma pressão colossal que leva a que abandonem as zonas de conflito. A mesma situação pode ser observada na Líbia e no Afeganistão. Segundo os dados da ONU, no momento atual 10-30% dos jihadistas voltaram para os seus países. 


Caça da Força Aeroespacial russa Su-30SM decola da base aérea de Hmeymim, Síria, junho de 2016
Sukhoi Su-30 da Força Aérea da Rússia na base aérea da Síria © Sputnik/ Ramil Sitdikov

O correspondente da emissora estatal iraniana na Síria, Hassan Shemsadi, disse em entrevista à Sputnik Persa que a operação antiterrorista russa e a cooperação de Moscou com Teerã nesta área têm uma importância especial.
 

Shemsadi disse que, 65 meses atrás, quando começou a crise síria, a Rússia e o Irã tomaram uma posição decisiva tendo atingido uma compreensão comum sobre o assunto.

"O que acontece na Síria não é a vontade ou apelo revolucionário do povo deste país, mas é uma tentativa dos conspiradores estrangeiros realizarem seus planos pérfidos. Há que notar que o fluxo dos novos mercenários de vários países, se juntando aos terroristas no território da Síria, foi bem organizado desde início. Agora mesmo, os serviços de segurança ocidentais, e os norte-americanos em particular, reconheceram que dezenas de milhares de terroristas de 90 nacionalidades de todo o mundo lutam violentamente na Síria e no Iraque contra os governos legítimos e os exércitos destes países árabes", disse.
 

Segundo o jornalista, a Rússia e o Irã elaboraram uma estratégia para eliminar os próprios terroristas e lutar contra seus patrocinadores regionais. E a cooperação russo-iraniana está sendo muito bem sucedida.

"As autoridades russas compreendem bem que se não realizarem uma luta sem precedentes contra terroristas na Síria e no Iraque, eliminando as suas posições, dentro de algum tempo terão de apanhá-los no metrô de Moscou e em outras regiões do país", notou Shemsadi. 


Os terroristas não ameaçam só Moscou ou Teerã, eles são uma ameaça mundial, destacou o jornalista. As provas disso são os desenvolvimentos na França, Turquia, Bélgica e outros países.

Shemsadi disse que as ações da Rússia e do Irã são justificadas e devem continuar até à vitória final.


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