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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

'Se não eliminarmos os terroristas na Síria, amanhã chegarão a Moscou'

Os "processos migratórios" do Daesh continuam. A necessidade de eliminar os terroristas na Síria e no Iraque permanece urgente.


Sputnik


Entretanto, mais e mais militantes fogem para os seus países de origem devido às grandes baixas sofridas entre os terroristas na Síria e no Iraque, onde se realizam operações antiterroristas. O relatório do Conselho de Segurança da ONU sobre o Daesh e a Al-Qaeda afirma que os terroristas no Oriente Médio sofrem uma pressão colossal que leva a que abandonem as zonas de conflito. A mesma situação pode ser observada na Líbia e no Afeganistão. Segundo os dados da ONU, no momento atual 10-30% dos jihadistas voltaram para os seus países. 


Caça da Força Aeroespacial russa Su-30SM decola da base aérea de Hmeymim, Síria, junho de 2016
Sukhoi Su-30 da Força Aérea da Rússia na base aérea da Síria © Sputnik/ Ramil Sitdikov

O correspondente da emissora estatal iraniana na Síria, Hassan Shemsadi, disse em entrevista à Sputnik Persa que a operação antiterrorista russa e a cooperação de Moscou com Teerã nesta área têm uma importância especial.
 

Shemsadi disse que, 65 meses atrás, quando começou a crise síria, a Rússia e o Irã tomaram uma posição decisiva tendo atingido uma compreensão comum sobre o assunto.

"O que acontece na Síria não é a vontade ou apelo revolucionário do povo deste país, mas é uma tentativa dos conspiradores estrangeiros realizarem seus planos pérfidos. Há que notar que o fluxo dos novos mercenários de vários países, se juntando aos terroristas no território da Síria, foi bem organizado desde início. Agora mesmo, os serviços de segurança ocidentais, e os norte-americanos em particular, reconheceram que dezenas de milhares de terroristas de 90 nacionalidades de todo o mundo lutam violentamente na Síria e no Iraque contra os governos legítimos e os exércitos destes países árabes", disse.
 

Segundo o jornalista, a Rússia e o Irã elaboraram uma estratégia para eliminar os próprios terroristas e lutar contra seus patrocinadores regionais. E a cooperação russo-iraniana está sendo muito bem sucedida.

"As autoridades russas compreendem bem que se não realizarem uma luta sem precedentes contra terroristas na Síria e no Iraque, eliminando as suas posições, dentro de algum tempo terão de apanhá-los no metrô de Moscou e em outras regiões do país", notou Shemsadi. 


Os terroristas não ameaçam só Moscou ou Teerã, eles são uma ameaça mundial, destacou o jornalista. As provas disso são os desenvolvimentos na França, Turquia, Bélgica e outros países.

Shemsadi disse que as ações da Rússia e do Irã são justificadas e devem continuar até à vitória final.


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