Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Soldada transgênera se torna 1ª mulher a servir na linha de frente do Exército britânico

Chloe Allen, de 24 anos, entrou para as Forças Armadas como homem, mas iniciou tratamento de terapia hormonal e mudou oficialmente seu nome.


BBC

Uma soldada transgênera de 24 anos se tornou a primeira mulher a servir na linha de frente do Exército britânico.

Chloe, cuja identidade foi alterada, foi informada de que poderia permanecer na infantaria, como mulher. (Foto: Reprodução/The Sun)
Chloe, cuja identidade foi alterada, foi informada de que poderia permanecer na infantaria, como mulher. (Foto: Reprodução/The Sun)

Natural de Cúmbria, no nordeste da Inglaterra, Chloe Allen entrou para as Guardas Escocesas como homem em 2012, mas iniciou um tratamento de terapia hormonal no mês passado, e mudou oficialmente seu nome.

O Exército disse que estava "muito feliz" de ter a primeira mulher em uma função de combate corpo a corpo.

Em julho deste ano, o então primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron autorizou, a partir de uma orientação do comando do Exército, que mulheres pudessem servir na linha de frente.

O recrutamento deve começar no final deste ano.

Mas Chloe, cuja identidade foi alterada, foi informada de que poderia permanecer na infantaria, como mulher.

Em entrevista ao jornal britânico The Sun, ela disse ter ficado "aliviada" ao poder falar abertamente sobre sua situação.

Chloe afirmou que inicialmente acreditava que seria obrigada a deixar o posto.

Mas disse ter falado com o departamento de RH do Exército, ao que foi informada que poderia continuar no cargo de fuzileiro e motorista de blindado.

Aceitação

 
"Toda a minha documentação com o Exército, dentro do batalhão, foi mudada e resolvida. Meu passaporte também será alterado em breve", disse ela.

"É fenomenal, é magnífico...dizer tudo o que eu sempre quis dizer e ainda servir na infantaria", acrescentou.

O Exército britânico mantém uma política específica para homens e mulheres militares transgêneros desde 1999.

No ano passado, a capitã Hannah Winterbourne, que se tornou a militar transgênera com a mais alta patente no Exército britânico, falou de sua transição e também como se tornou modelo para outros militares transgêneros.

James Everard, comandante da unidade de Exército de campanha do Reino Unido, afirmou: "Estamos muito felizes em ter nossa primeira mulher servindo em uma unidade de combate corpo a corpo".

"As Forças Armadas estão provando ser uma organização inclusiva onde todo mundo é bem vindo e pode crescer (na carreira)", acrescentou.




Postar um comentário