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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

3º GAC Ap: exercício com novo material da Artilharia Brasileira

Forças Terrestres

Santa Maria (RS) – O 3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (3º GAC Ap) apoiou a Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas (EASA) no exercício de condução de tiro de artilharia, realizado por alunos de todas as armas, no dia 5 de outubro. A atividade contou com a assistência de alunos do Grêmio de Artilharia do Colégio Militar de Santa Maria. 


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Nessa oportunidade, foi apresentado e empregado o equipamento recém-adquirido, o Atlas Gun Lying System, batizado pelos alunos do Curso de Artilharia da EASA como SP2 (Sistema de Posicionamento e Pontaria). O equipamento, dentre outras capacidades, permite autolocalização, por meio de GPS ou intersecção; localização precisa do norte, usando corpo celeste, bússola eletrônica incorporada, alvo ou ponto já conhecido; busca de alvos precisa, por intermédio de aferição de distância, azimute e elevação; armazenamento e gestão de alvos para direção de tiro e inteligência; realização de trabalhos topográficos; e a pontaria da linha de fogo. O sistema é composto por tripé, goniômetro, telêmetro laser, módulo de localização do norte astronômico e módulo de identificação estelar.

O SP2 foi utilizado pela primeira vez pelo 3º GAC Ap para a condução do tiro de artilharia, possibilitando maior precisão e velocidade nos trabalhos, inserindo a tradicional organização militar no contexto da guerra moderna, em condições de fazer frente a operações de amplo espectro, que exigem cada vez mais das capacidades operativas da Artilharia de Campanha.


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