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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Arábia Saudita diz ter detido suspeitos do EI que planejavam ataques

Presos teriam planejado assassinatos e ataque com carro-bomba.
Entre os suspeitos estão dois paquistaneses, um sírio e um sudanês.


Reuters


A Arábia Saudita prendeu ao menos oito suspeitos de serem militantes do Estado Islâmico que planejavam assassinatos e um ataque com carro-bomba, afirmou o Ministério do Interior no domingo (30), e as autoridades ainda estão atrás de outros suspeitos de envolvimento.


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Uma nota do ministério disse que entre os detidos estão entre suspeitos do Estado Islâmico que tinham planejado assassinatos de oficiais de segurança no distrito de Shaqra, ao norte da capital Riad.

Outros militantes tinham planejado ataques contra civis na cidade de Qatif, no leste do país, e também elaboravam um plano de ataque com carro-bomba a uma equipe de futebol visitante dos Emirados Árabes Unidos em um estádio na cidade portuária de Jeddah, no oeste do país, segundo a nota.

O comunicado diz ainda que entre os suspeitos estão dois paquistaneses, um sírio, e um sudanês. Oito sauditas e um cidadão do Bahrein estão entre os suspeitos que ainda estão à solta.

As forças de segurança sauditas têm lidado com ataques esporádicos de militantes do grupo ultrarradical Estado Islâmico, baseado no Iraque e na Síria, e dizem já ter detido centenas de seus membros.

Afiliados locais ao Estado Islâmico já promoveram uma série de ataques com armas e bombas no reino saudita, o principal exportador de petróleo do mundo. Muitos dos ataques foram destinados a forças de segurança e a mesquitas xiitas.



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