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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Assassinato de líder separatista em Donetsk pode agravar a situação no leste da Ucrânia

O Ministério do Interior e o Serviço de Segurança da Ucrânia confirmaram a morte do comandante de uma das unidades da milícia de resistência da auto-proclamada República Popular de Donetsk (RPD), Arseny Pavlov, também conhecido pelo codinome de “Motorola”. 


Sputnik

"Posso confirmar a informação de que a pessoa, que realizava crimes contra a integridade da Ucrânia e teve praticamente um mandado de prisão emitido por nós, foi morto hoje em um prédio residencial" – declarou à televisão ucraniana o assessor do chefe do Serviço de Segurança ucraniano Yuri Tandit.


Donetsk
Tropas da Ucrânia em Donetsk © Photo: AP/Sergei Chuzavkov


A informação sobre a sua morte foi inicialmente prestada hoje (16) pelo Ministério da Defesa da RPD e pelo representante de Donetsk no grupo de contato para a Ucrânia, Denis Pushilin.

“Isso pode provocar certo agravamento [da situação em Donbass]” – declarou Pushilin. Na sua opinião, o assassinato do líder separatista pode ter sido intencionalmente realizado por Kiev para provocar as forças independentistas. Entende-se que uma possível retaliação pelo incidente possa servir de justificativa para um maior uso de força por Kiev.

“É possível que a Ucrânia tenha assinalado com seu ato terrorista certas tentativas de resolver o conflito por meio do uso de força” – acrescentou Pushilin. Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk, que fazem parte da região de Donbass, para reprimir os focos de insatisfação com golpe de Estado ocorrido em fevereiro do mesmo ano. Segundo os últimos dados da ONU, o confronto no país já causou mais de 9.400 mortes e mais de 21.800 feridos.

A fim de buscar uma solução para o conflito, em 12 de fevereiro de 2015 representantes da Alemanha, Rússia, França e Ucrânia se reuniram na capital da Bielorrússia e determinaram a retirada de tropas e o cessar-fogo completo em Donbass, através da assinatura dos chamados Acordos de Minsk.


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