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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Assassinato de líder separatista em Donetsk pode agravar a situação no leste da Ucrânia

O Ministério do Interior e o Serviço de Segurança da Ucrânia confirmaram a morte do comandante de uma das unidades da milícia de resistência da auto-proclamada República Popular de Donetsk (RPD), Arseny Pavlov, também conhecido pelo codinome de “Motorola”. 


Sputnik

"Posso confirmar a informação de que a pessoa, que realizava crimes contra a integridade da Ucrânia e teve praticamente um mandado de prisão emitido por nós, foi morto hoje em um prédio residencial" – declarou à televisão ucraniana o assessor do chefe do Serviço de Segurança ucraniano Yuri Tandit.


Donetsk
Tropas da Ucrânia em Donetsk © Photo: AP/Sergei Chuzavkov


A informação sobre a sua morte foi inicialmente prestada hoje (16) pelo Ministério da Defesa da RPD e pelo representante de Donetsk no grupo de contato para a Ucrânia, Denis Pushilin.

“Isso pode provocar certo agravamento [da situação em Donbass]” – declarou Pushilin. Na sua opinião, o assassinato do líder separatista pode ter sido intencionalmente realizado por Kiev para provocar as forças independentistas. Entende-se que uma possível retaliação pelo incidente possa servir de justificativa para um maior uso de força por Kiev.

“É possível que a Ucrânia tenha assinalado com seu ato terrorista certas tentativas de resolver o conflito por meio do uso de força” – acrescentou Pushilin. Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk, que fazem parte da região de Donbass, para reprimir os focos de insatisfação com golpe de Estado ocorrido em fevereiro do mesmo ano. Segundo os últimos dados da ONU, o confronto no país já causou mais de 9.400 mortes e mais de 21.800 feridos.

A fim de buscar uma solução para o conflito, em 12 de fevereiro de 2015 representantes da Alemanha, Rússia, França e Ucrânia se reuniram na capital da Bielorrússia e determinaram a retirada de tropas e o cessar-fogo completo em Donbass, através da assinatura dos chamados Acordos de Minsk.


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