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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Assunto delicado: THAAD na região do Pacífico promete criar problemas

Especialistas sul-coreanos têm planos de apresentar um desafio constitucional relativamente à proposta de Seul e Washington para instalar no próximo ano sistemas da defesa antimíssil americanos THAAD na região sudeste do país. 


Sputnik

Na sexta-feira (30 de setembro), a Coreia do Sul anunciou sua intenção de instalar sistemas THAAD na província de Gyeongsang do Norte.


© AFP 2016/ Jung Yeon-Je


Mais cedo, em julho, Seul e Washington escolheram a base militar de Seongsan, na província de Seongju, para ser o lugar de instalação dos sistemas de DAM. Mas os cidadãos locais se mostraram fortemente contra essa decisão, argumentando sua posição com possíveis danos muito graves ao meio-ambiente e à saúde causados pela presença dos sistemas na área.

Entretanto, não só a nova localização recentemente anunciada custará ao governo 91 milhões de dólares para sua compra, como também causará protestos dos habitantes locais, que já têm demonstrado sua oposição à THAAD em Gyeongsang do Norte.

Além disso, os especialistas jurídicos sul-coreanos colocam ainda mais problemas para a decisão militar de Seul e Washington.

O advogado sul-coreano Kim Jin-hyung disse à Sputnik que ele e a organização em que trabalha (Minbyun) estão preparando um caso judicial que se baseia no fato de o THAAD representar uma ameaça para segurança nacional.


"A instalação de baterias THAAD, que se tornará um elo do sistema de defesa antimíssil americano, provocará uma resposta dura da China e da Rússia. Esse fato só aumentará a tensão e o risco de conflito militar no sudeste asiático e não contribuirá de forma nenhuma para a segurança da península coreana", sublinhou.

Contudo, o advogado está convencido de que todos os cidadãos têm o direito a um ambiente saudável e agradável.

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul oficiais, porém, argumentam sua decisão com a necessidade de impedir o posterior desenvolvimento pela Coreia do Norte do seu programa nuclear. 


Mas os dois países não são os únicos que veem uma ameaça na Coreia do Norte — a China também considera os testes nucleares como inaceitáveis e impôs mesmo sanções contra Pyongyang, que estão a par com as resoluções do Conselho de Segurança da ONU. 

Simultaneamente, a China também não apoia a instalação dos sistemas THAAD, dizendo que isso é uma tentativa para aumentar a influência e presença militar dos EUA na Região do Pacífico.

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