Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Avião dos EUA bombardeia escola de meninas em Mossul

Em 21 de outubro, um avião da Força Aérea dos EUA realizou um ataque contra uma escola para meninas na região sul da cidade iraquiana de Mossul, informou hoje (25) o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Sergei Rudskoy. 


Sputnik

Ele revelou igualmente que, em 22 de outubro, bairros residenciais dos assentamento de Karakosh e Hazna, localizadas respectivamente a 20 e 15 km a leste de Mossul, foram submetidos a intensos bombardeios da coalizão internacional. 


Crianças e mulheres num edifício para civis deslocados em Makhmour, ao leste de Mossul, Iraque (Foto de arquivo)
Crianças e adolescentes ao leste de Mossul, no Iraque © AP Photo/ Alice Martins


Da mesma forma, em 23 de outubro, segundo Rudskoy, a aviação dos EUA realizou ataques aéreos contra os assentamentos de Karakharab (17 km ao norte de Mossul) e Ash-Shura (34 km ao sul de Mossul), provocando a destruição de uma grande quantidade de infraestruturas sociais nessas localidades. 

De acordo com Rudskoy, nos últimos três dias, as ações da coalizão internacional liderada pelos EUA provocaram a morte de 60 civis, incluindo crianças, e deixaram mais de 200 feridos.

Enquanto isso, diante da ofensiva para libertar Mossul, segundo o porta-voz russo, membros do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico – proibido na Rússia e em diversos países) continuam migrando do Iraque para a Síria. Assim, a cidade síria de Deir ez-Zor já teria recebido cerca de 300 jihadistas.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).


Postar um comentário

Postagens mais visitadas