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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Avião dos EUA bombardeia escola de meninas em Mossul

Em 21 de outubro, um avião da Força Aérea dos EUA realizou um ataque contra uma escola para meninas na região sul da cidade iraquiana de Mossul, informou hoje (25) o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Sergei Rudskoy. 


Sputnik

Ele revelou igualmente que, em 22 de outubro, bairros residenciais dos assentamento de Karakosh e Hazna, localizadas respectivamente a 20 e 15 km a leste de Mossul, foram submetidos a intensos bombardeios da coalizão internacional. 


Crianças e mulheres num edifício para civis deslocados em Makhmour, ao leste de Mossul, Iraque (Foto de arquivo)
Crianças e adolescentes ao leste de Mossul, no Iraque © AP Photo/ Alice Martins


Da mesma forma, em 23 de outubro, segundo Rudskoy, a aviação dos EUA realizou ataques aéreos contra os assentamentos de Karakharab (17 km ao norte de Mossul) e Ash-Shura (34 km ao sul de Mossul), provocando a destruição de uma grande quantidade de infraestruturas sociais nessas localidades. 

De acordo com Rudskoy, nos últimos três dias, as ações da coalizão internacional liderada pelos EUA provocaram a morte de 60 civis, incluindo crianças, e deixaram mais de 200 feridos.

Enquanto isso, diante da ofensiva para libertar Mossul, segundo o porta-voz russo, membros do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico – proibido na Rússia e em diversos países) continuam migrando do Iraque para a Síria. Assim, a cidade síria de Deir ez-Zor já teria recebido cerca de 300 jihadistas.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).


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