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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

'Brasil não tem por que se preocupar com a instalação de bases russas no Caribe'

A notícia divulgada pela mídia brasileira de que o Brasil estaria preocupado com a instalação de uma possível base militar da Rússia na Venezuela causa polêmica. 


Sputnik

Enquanto alguns especialistas compartilham a ideia de que o assunto da base russa preocuparia o Governo Michel Temer, outros, como Pedro Paulo Rezende, não veem qualquer fundamento ou procedência na informação. Especialista em Relações Internacionais e em assuntos militares, o jornalista disse à Sputnik não ver qualquer possibilidade de fundamento nesta notícia, que, para ele, não passaria de especulação. 


Marinheiros do cruzador de mísseis pesado russo Pyotr Veliky durante a estadia do navio no porto de Tartus, Síria (foto de arquivo)
Marinheiros no cruzador Pedro O Grande da marinha da Rússia © Sputnik/ Grigory Sysoev


"As informações que eu tenho são de que a Venezuela não está incluída neste pacote de reativação de bases militares russas no Caribe", comenta Rezende. "As bases seriam reativadas em Cuba, e as negociações com a Rússia avançam neste sentido por serem bases que pertenceram à antiga União Soviética, da qual a Rússia é sucessora." 

O especialista também acha improvável que os russos estejam considerando a possibilidade de instalar uma base militar na Venezuela "no momento em que o Parlamento venezuelano aprovou medidas extraordinariamente duras contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro, exigindo a convocação, ainda este ano, do referendo revogatório, o mecanismo previsto na Constituição do país que permite ao eleitorado avaliar o desempenho da Presidência da República. A situação é extremamente instável na Venezuela e eu até acredito na possibilidade de golpe militar no país, até porque os militares são comprometidos com o ideário político do falecido Presidente Hugo Chávez e parecem estar a cada dia mais distantes de Nicolás Maduro."

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