Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Cai a primeira linha de defesa dos terroristas em Mossul

No primeiro dia da operação de libertação de Mossul, cidade ocupada há dois anos pelos terroristas do Daesh, o exército iraquiano já apresenta os primeiros êxitos. 


Sputnik

De acordo com o chefe da Aliança Civil Democrática do Iraque, Mithal al-Aulasi, que falou com a Sputnik Árabe, todos os lados aliados mantêm coordenação mútua estrita de todas as suas ações, sem ultrapassar os limites das tarefas concretas. 


Peshmerga (unidades armadas dos curdos iraquianos) se aproxima a Mossul do leste, em 17 de outubro de 2016
Peshmergas se aproximam de Mossul, no Iraque © REUTERS/ Azad Lashkari


"Nos próximos dias, os combates irão ser mais complicados, porque o confronto irá ser na rua. A primeira linha de defesa dos terroristas do Daesh em Mossul já caiu. Nas próximas horas, as ações militares já devem ocorrer na cidade de Mossul propriamente dita, porque as nossas forças estão se aproximando dela com grande velocidade", disse al-Aulasi. 

De acordo com ele, todos os blocos políticos e todas as partes da sociedade iraquiana apoiam a operação, aguardando um resultado positivo já em breve. 

Segundo al-Aulasi, participam da libertação de Mossul cerca de 60 mil pessoas, incluindo as Forças Armadas do Iraque, a polícia federal, as unidades peshmerga, da etnia curda, e outros grupos da milícia popular.

Postar um comentário