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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Cai a primeira linha de defesa dos terroristas em Mossul

No primeiro dia da operação de libertação de Mossul, cidade ocupada há dois anos pelos terroristas do Daesh, o exército iraquiano já apresenta os primeiros êxitos. 


Sputnik

De acordo com o chefe da Aliança Civil Democrática do Iraque, Mithal al-Aulasi, que falou com a Sputnik Árabe, todos os lados aliados mantêm coordenação mútua estrita de todas as suas ações, sem ultrapassar os limites das tarefas concretas. 


Peshmerga (unidades armadas dos curdos iraquianos) se aproxima a Mossul do leste, em 17 de outubro de 2016
Peshmergas se aproximam de Mossul, no Iraque © REUTERS/ Azad Lashkari


"Nos próximos dias, os combates irão ser mais complicados, porque o confronto irá ser na rua. A primeira linha de defesa dos terroristas do Daesh em Mossul já caiu. Nas próximas horas, as ações militares já devem ocorrer na cidade de Mossul propriamente dita, porque as nossas forças estão se aproximando dela com grande velocidade", disse al-Aulasi. 

De acordo com ele, todos os blocos políticos e todas as partes da sociedade iraquiana apoiam a operação, aguardando um resultado positivo já em breve. 

Segundo al-Aulasi, participam da libertação de Mossul cerca de 60 mil pessoas, incluindo as Forças Armadas do Iraque, a polícia federal, as unidades peshmerga, da etnia curda, e outros grupos da milícia popular.

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