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Erdogan diz que Turquia continuará operação na Síria, pactuada com Moscou

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou nesta segunda-feira que seu país não interromperá sua operação militar lançada no sábado contra as milícias curdas aliadas dos Estados Unidos no norte da Síria e insistiu que esta operação está pactuada com a Rússia.
EFE

"Não vamos retroceder em Afrin. Falamos com os russos e há consenso", disse o político islamita em relação à região do norte da Síria nas mãos das milícias curdas Unidades de Proteção do Povo (YPG), que Ancara considera terroristas e aliadas da guerrilha curda da Turquia, o PKK.


Erdogan voltou a acusar os EUA de armar e apoiar as YPG, aliadas de Washington contra o grupo jihadista Estado Islâmico.

"Não são honestos conosco. Continuaremos o nosso caminho no marco das conversações que mantemos com a Rússia", apontou.

"Queríamos comprar armas (com os EUA). Não nos deram e entregaram as mesmas armas a organizações terroristas. Que tipo de aliança estratégica é essa?", afirmou o presidente da T…

Chancelaria russa: contatos com EUA na área de desarmamento se tornam menos produtivos

Os contatos entre Moscou e Washington para questões de desarmamento este ano se tornaram menos produtivos, declarou o diretor do departamento russo de não proliferação e controle de armamentos Mikhail Ulyanov.


Sputnik


"Eles são bastante ativos, tanto os contatos bilaterais, quanto no âmbito do "quinteto nuclear". Embora eles tenham sido menos produtivos do que nos anos anteriores", disse Ulyanov aos jornalistas respondendo à pergunta sobre o nível de contatos de trabalho entre a Rússia e os EUA na área do desarmamento após a suspensão do acordo sobre reciclagem do plutônio com os EUA. 


C-400 Triumph mísseis defendam o espaço aéreo de Moscou e do região central da Rússia
C-400 Triumph © Sputnik/ Artem Zhitenev

Mikhail Ulyanov referiu que na reunião dos representantes dos países nucleares, em 6 de outubro em Nova York, foi discutida pela primeira vez a doutrina nuclear. 


"Tive a oportunidade de apresentar aos parceiros norte-americanos uma grande quantidade de perguntas pouco agradáveis, incluindo sobre missões nucleares conjuntas da OTAN, que violam o espírito e a letra do Acordo de não proliferação, e o conceito ilimitado de utilização de armas nucleares em quaisquer casos que afetem os interesses vitais dos Estados Unidos", disse ele.


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