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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

'Daesh entra em pânico quando nos vê'

Os combatentes que lutam contra o Daesh (proibido na Rússia) no âmbito da operação de libertação de Mossul incluem unidades de mulheres da milícia popular curda. O correspondente da Sputnik Turquia falou com algumas destas combatentes.


Sputnik


A comandante de um destacamento de mulheres, Berivan Salihber, disse em entrevista à Sputnik Turquia que as mulheres peshmerga estão decididas a combater o inimigo até o fim vitorioso, pela vida livre das mulheres e de toda a população da região. 


Combatente das unidades de mulheres peshmerga prepara-se para o combate contra o Daesh em Mossul, Iraque, outubro de 2016
Combatente peshmerga em Mossul, Iraque © Sputnik/ Hikmet Durgun

"Estamos combatendo o Daesh já por mais de dois anos. Centenas de mulheres lutam ao nosso lado. Entre elas há quem tenha morrido de forma heroica em combates contra os jihadistas. Vendo mulheres peshmerga, os militantes do Daesh ficam em pânico e tentam não entrar em confronto direto, porque a morte à mão de uma mulher é considerada humilhante e vergonhosa entre eles", disse Salihber.


Ao mesmo tempo, ela afirmou que, desde o início da operação em Mossul, as mulheres curdas estão combatendo na linha de frente e conseguiram expulsar terroristas de três vilas.

"Não há vida tranquila para as mulheres nos territórios capturados pelos jihadistas. Vivem, mas isso não pode ser chamado de verdadeira vida. Estamos lutando contra o Daesh por uma vida livre e democrática, pelo nosso país, nossos irmãos, nossas mulheres. Estamos prontas a travar esta luta até o fim vitorioso", sublinhou.


Combatentes de unidades de mulheres peshmerga antes do combate contra o Daesh em Mossul, Iraque, outubro de 2016
Combatentes de unidades de mulheres peshmerga antes do combate contra o Daesh em Mossul, Iraque, outubro de 2016 © Sputnik/ Hikmet Durgun

Por seu turno, Nican Solin Rojhılat, comandante de 27 anos, disse que veio da região curda no Irã para participar da luta contra o Daesh. Está combatendo nas frentes de Bashik e Narevan. Afirmou que, em resultado das ações das unidades de mulheres peshmerga, os terroristas perderam muitas forças e agora não são capazes de se defender como antes.

Ela sublinhou que as unidades peshmerga tencionam libertar as muitas mulheres yazidis que se encontram no cativeiro dos terroristas em Mossul e não abandonarão o campo de batalha até que o Daesh seja totalmente eliminado.
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