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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Erdogan: 'Mossul pertence à Turquia historicamente'

A cidade de Mossul, um dos últimos bastiões do Daesh (Estado Islâmico) no Iraque, "pertence à Turquia a partir de um ponto de vista histórico", disse neste sábado (22) o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, segundo informa o jornal Hurriyet. 


Sputnik

"Algumas pessoas ignorantes vêm e dizem: 'O que você poderia ter com relação ao Iraque?' Essas geografias de que falamos hoje fazem parte da nossa alma", disse Erdogan em um discurso citado pela Reuters, acrescentando que, "mesmo que pese sobre os nossos corações, respeitamos as fronteiras geográficas de todos os países".


Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan durante discurso
Recep Tayyip Erdogan, Presidente da Turquia © AFP 2016/ ADEM ALTAN / AFP


Enquanto isso, relatou-se que Bagdá e Ancara haviam chegado a um entendimento preliminar na sexta-feira (21) sobre a participação da Turquia na ofensiva para retomar Mossul, de acordo com anúncio do chefe do Pentágono, Ashton Carter. Porém, o adido de imprensa do governo iraquiano Saad al-Khudaisi desmentiu essas informações e comunicou à Sputnik Internacional que nenhum entendimento foi alcançado a esse respeito.

No início da semana, o exército iraquiano e as milícias pró-governamentais iniciaram uma ofensiva para libertar a cidade com o apoio da Força Aérea da coalizão antiterrorista liderada pelos Estados Unidos. Segundo a mídia local, cerca de 30 mil soldados iraquianos e 4 mil efetivos das unidades peshmerga participam da operação. 


Mossul já foi parte do Império Otomano e, hoje, é a segunda maior cidade do Iraque, com uma população de mais de 1,3 milhão de pessoas. Ela foi tomada pelos jihadistas do Daesh em junho de 2014.


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