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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Especialista americano destaca alto potencial da Frota russa do Mar Negro

A operação militar na Síria demonstrou a alta capacidade da Frota do Mar Negro, no entanto, alguns navios russos exigem grandes meios financeiros para a sua manutenção, disse o diretor do Instituto de Estudos do Potencial Marítimo-Militar Russo, professor Michael Petersen. 


Sputnik

"Uma das coisas que eu acho muito interessante nas operações da Rússia na Síria é o fato de que a Rússia demonstrou o potencial expedicionário da Frota do Mar Negro. Eu não acho que eles poderiam ter feito isso dez anos atrás, mas agora a intervenção na Síria é realizada utilizando as capacidades da Frota do Mar Negro", disse Michael Petersen à Sputnik Internacional. 


Frota do mar Negro e do mar Cáspio participando dos exercícios militares Kavkaz 2016
Frota do Mar Negro no exercício Kavkaz 2016 Ministério da Defesa da Rússia


De acordo com o especialista, nos últimos anos, a Marinha russa atingiu um progresso significativo na utilização de tecnologias e no treinamento de pessoal.

"Mas eu acredito que a manutenção de algumas plataformas talvez seja muito cara para a Rússia. Para sustentar submarinos de classe Severodvinsk é preciso muito dinheiro, elas [autoridades russas] ainda estão resolvendo os problemas com os mísseis balísticos Bulava com que equipam os submarinos e, além disso, elas têm problemas com os contratos de motores a jato por causa da questão da Ucrânia", acrescentou Petersen.

Petersen também abordou a questão da intensificação da presença russa no Ártico. Segundo ele, os EUA e a OTAN devem acompanhar de perto o aumento das capacidades militares da Rússia na região. 


"A Rússia, do meu ponto de vista, embora alguns não estejam de acordo com isso, no geral segue as regras do jogo no Ártico; eles mostraram um nível de cooperação útil lá… Eu ainda acredito que nós podemos encontrar áreas para a cooperação", acrescentou o especialista.


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