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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Especialista americano destaca alto potencial da Frota russa do Mar Negro

A operação militar na Síria demonstrou a alta capacidade da Frota do Mar Negro, no entanto, alguns navios russos exigem grandes meios financeiros para a sua manutenção, disse o diretor do Instituto de Estudos do Potencial Marítimo-Militar Russo, professor Michael Petersen. 


Sputnik

"Uma das coisas que eu acho muito interessante nas operações da Rússia na Síria é o fato de que a Rússia demonstrou o potencial expedicionário da Frota do Mar Negro. Eu não acho que eles poderiam ter feito isso dez anos atrás, mas agora a intervenção na Síria é realizada utilizando as capacidades da Frota do Mar Negro", disse Michael Petersen à Sputnik Internacional. 


Frota do mar Negro e do mar Cáspio participando dos exercícios militares Kavkaz 2016
Frota do Mar Negro no exercício Kavkaz 2016 Ministério da Defesa da Rússia


De acordo com o especialista, nos últimos anos, a Marinha russa atingiu um progresso significativo na utilização de tecnologias e no treinamento de pessoal.

"Mas eu acredito que a manutenção de algumas plataformas talvez seja muito cara para a Rússia. Para sustentar submarinos de classe Severodvinsk é preciso muito dinheiro, elas [autoridades russas] ainda estão resolvendo os problemas com os mísseis balísticos Bulava com que equipam os submarinos e, além disso, elas têm problemas com os contratos de motores a jato por causa da questão da Ucrânia", acrescentou Petersen.

Petersen também abordou a questão da intensificação da presença russa no Ártico. Segundo ele, os EUA e a OTAN devem acompanhar de perto o aumento das capacidades militares da Rússia na região. 


"A Rússia, do meu ponto de vista, embora alguns não estejam de acordo com isso, no geral segue as regras do jogo no Ártico; eles mostraram um nível de cooperação útil lá… Eu ainda acredito que nós podemos encontrar áreas para a cooperação", acrescentou o especialista.


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