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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Ex-embaixadora argentina: 'Reino Unido viola todas as normas internacionais'

Alicia Castro, ex-embaixadora argentina em Caracas e Londres, expressou sua visão sobre os exercícios militares que o Reino Unido vai realizar nas Ilhas Malvinas nos dias 19-28 de outubro. 


Spuntik

Castro foi entrevistada no programa Voces del Mundo da Rádio Sputnik Mundo. 


Ilhas Malvinas
Ilhas Malvinas © AFP 2016/ JUAN MABROMATA


A diplomata caracterizou essas manobras como ilegais, ressaltando que elas violam as normas e resoluções internacionais da ONU e da Organização Marítima Internacional (OMI).

Segundo ela, os exercícios navais do Reino Unido "colocam em perigo a segurança da vida humana no mar e da navegação".

Entretanto, Castro lançou fortes críticas contra o governo argentino pela reação "lenta e formal" da chancelaria do país. 


"Acho que os argentinos estão cientes que agora não temos um governo que defenda a soberania ou que esteja reagindo a essas ações unilaterais do Reino Unido", reclama. 

Segundo ela, ao contrário do governo atual, os governos anteriores agiram de maneira completamente diferente em relação a ações semelhantes do Reino Unido no passado, citando como exemplo a presidência de Raúl Alfonsín nos anos 1983-1989 que era contra tais práticas. 

A ex-embaixadora explica que "no documento assinado em 13 de setembro, as partes assumem o compromisso de eliminar todos os obstáculos que impedem o crescimento econômico das ilhas e o desenvolvimento sustentável, mas as palavras foram copiadas das cláusulas britânicas". 

Assim, segundo ela, o referido acordo "é falso", pois o documento que prevê, por exemplo, a introdução de voos adicionais para países terceiros, "é discriminatório em relação à Argentina territorial, não haverá voos para a Argentina".

"O nosso país aceitou essas condições e agora as apresenta como algo positivo", revela a ex-diplomata.

Segundo Castro, tal linha de conduta do atual governo argentino enfraquecerá as posições nacionais do país. 


De acordo com o Ministério da Defesa britânico, as manobras militares vão incluir lançamentos de mísseis e testes do sistema de defesa antiaéreo. Nas Ilhas Malvinas está situada uma base militar britânica com capacidade de posicionar 80 aviões militares e 20 sistemas de transporte, além de uma entrada para submarinos nucleares.


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