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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

Exército sírio retoma controle de base de defesa antiaérea no sul de Aleppo

Os militares sírios tomaram o controle de uma base militar de defesa antiaérea no sul de Aleppo, informou no dia 23 de outubro à RIA Novosti uma fonte militar síria. 

Sputnik

"O exército sírio recuperou completamente o controle da base de defesa antiaérea no sul de Aleppo depois de combates encarniçados com os terroristas", disse o interlocutor da agência. 

Fumaça sobre Aleppo após violentos confrontos entre rebeldes e forças governamentais, Síria, 18 de agosto de 2016
Aleppo, Síria © AFP 2016/ GEORGE OURFALIAN
A operação do exército começou na madrugada de domingo. 
Segundo a fonte, no território da base já estão trabalhando equipes de engenharia e está decorrendo o processo de desminagem.

A situação em Aleppo se agravou nos últimos meses com os combates se acirrando dentro da própria cidade em seus arredores; os jihadistas abrem fogo contra bairros residenciais, detém civis como reféns e impedem a chegada de ajuda humanitária.

O Ocidente responsabiliza Damasco e seus aliados pela escalada das hostilidades em Aleppo que, segundo o Escritório da ONU para Assuntos Humanitários, provocou mais de 400 mortes desde que o Exército da Síria lançou sua operação contra os terroristas e grupos rebeldes na parte oriental de Aleppo, a segunda cidade mais importante da Síria.
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