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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Exército sírio retoma controle de base de defesa antiaérea no sul de Aleppo

Os militares sírios tomaram o controle de uma base militar de defesa antiaérea no sul de Aleppo, informou no dia 23 de outubro à RIA Novosti uma fonte militar síria. 

Sputnik

"O exército sírio recuperou completamente o controle da base de defesa antiaérea no sul de Aleppo depois de combates encarniçados com os terroristas", disse o interlocutor da agência. 

Fumaça sobre Aleppo após violentos confrontos entre rebeldes e forças governamentais, Síria, 18 de agosto de 2016
Aleppo, Síria © AFP 2016/ GEORGE OURFALIAN
A operação do exército começou na madrugada de domingo. 
Segundo a fonte, no território da base já estão trabalhando equipes de engenharia e está decorrendo o processo de desminagem.

A situação em Aleppo se agravou nos últimos meses com os combates se acirrando dentro da própria cidade em seus arredores; os jihadistas abrem fogo contra bairros residenciais, detém civis como reféns e impedem a chegada de ajuda humanitária.

O Ocidente responsabiliza Damasco e seus aliados pela escalada das hostilidades em Aleppo que, segundo o Escritório da ONU para Assuntos Humanitários, provocou mais de 400 mortes desde que o Exército da Síria lançou sua operação contra os terroristas e grupos rebeldes na parte oriental de Aleppo, a segunda cidade mais importante da Síria.
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