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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Força Aérea do Egito ataca militantes no Sinai

A Força Aérea egípcia realizou uma série de ataques na manhã deste sábado (15) contra posições de militantes extremistas na península do Sinai, informaram as Forças Armadas do país em comunicado divulgado pela televisão nacional. 


Sputnik

Os ataques foram feitos em resposta ao ataque dos combatentes realizado na sexta-feira (14) que resultou na morte de 12 militares e 15 jihadistas. 


Península do Sinai
Península do Sinai © flickr.com/ Stuart Rankin

"Após o fim de um trabalho de inteligência para localização dos alvos e especificação de coordenadas, que demoraram três horas, foram realizados ataques aéreos precisos que resultaram na liquidação de um abrigo de militantes, paióis de armas e munições e sete carros de tração total", diz o comunicado. 

Os militares egípcios informam também da liquidação dos militantes que estavam realizando atentados, juntamente com seus cúmplices.

As Forças Armadas declaram que a série de ataques continuará com o objetivo de pôr fim às atividades "daqueles militantes que prejudicam a segurança do país".

Na sexta-feira (14), no norte de Sinai teve lugar o maior atentado dos últimos meses que atingiu um posto de controle do exército. Extremistas em carros de tração total atacaram as posições militares usando metralhadoras e explosivos. 


Já há mais de dois anos que o Egito realiza uma operação antiterrorista no norte da península do Sinai, onde os terroristas se escondem em localizações de difícil acesso. Durante o período de confrontos com os extremistas já morreram centenas de militares e policiais.


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