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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Generais dos EUA preveem conflitos sangrentos com Rússia e China

Generais americanos analisaram possíveis cenários de conflitos globais do futuro durante uma reunião da Associação de Tropas Terrestres dos EUA, realizada esta semana, informou o portal de internet Defense One. 

Sputnik

De acordo com a publicação, os militares concordaram que Rússia e China, cujos exércitos têm passado por modernizações técnicas e tecnológicas, estão se tornando cada vez mais uma ameaça séria para os EUA. 
Soldados norte-americanos no Afeganistão
Tropas norte-americanas no Afeganistão © AFP 2016/ Johannes EISELE
Durante o encontro, o tenente-general Joseph Anderson destacou que os EUA enfrentam ameaças diretas que partem de "estados modernos que agem de forma bastante agressiva no âmbito de sua rivalidade militar”.

Diante disso, o Pentágono está se preparando para adotar “ações militares nunca vistas por tropas terrestres dos EUA desde os tempos da Guerra da Coreia” – disse o major-general William Hicks. Nas sua opinião, as guerras vão começar de repente, portante o exército americano precisa manter um alto nível de prontidão de combate e ser capaz de repor rapidamente suas perdas.

“No futuro próximo, os conflitos não nucleares se tornarão excepcionalmente sangrentos e fulminantes. E não seremos capazes de pará-los no cronômetro” – acrescentou Hick. 
Por sua vez, o chefe do Estado Maior do Exército dos EUA, Mark Milly, segundo relata o portal Military.com, atenta ao fato de que os inimigos poderão conquistar a superioridade nos ares e limitar as ações da Marinha americana. Além disso, segundo ele, o exército também deverá estar preparado a guerra cibernética, a falta de navegação por satélite e ações de combate em difíceis condições urbanas. 
Na opinião do general, Rússia, Irã, China e Coreia do Norte “aprenderam” com os exemplos do exército americano. 
“Eles estudaram a nossa doutrina, a nossa tática, equipamentos, nossa organização, aprendizado, comando. Ele reviram suas doutrinas e agora estão rapidamente modernizando suas forças armadas, (…) na esperança de nos vencer no futuro” – disse Milly.

Apesar disso, o general americano expressou a esperança de que os EUA serão capazes de “eliminar qualquer inimigo em qualquer lutar e a qualquer hora”.

“Quer deixar claro para aqueles que tentam nos fazer mal. (…) O Exército dos EUA, apesar de todos os nossos problemas, (…) nós iremos pará-los e dar um sacode que vocês nunca viram antes. Não se enganem” – disse Milly.

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