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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Generais dos EUA preveem conflitos sangrentos com Rússia e China

Generais americanos analisaram possíveis cenários de conflitos globais do futuro durante uma reunião da Associação de Tropas Terrestres dos EUA, realizada esta semana, informou o portal de internet Defense One. 

Sputnik

De acordo com a publicação, os militares concordaram que Rússia e China, cujos exércitos têm passado por modernizações técnicas e tecnológicas, estão se tornando cada vez mais uma ameaça séria para os EUA. 
Soldados norte-americanos no Afeganistão
Tropas norte-americanas no Afeganistão © AFP 2016/ Johannes EISELE
Durante o encontro, o tenente-general Joseph Anderson destacou que os EUA enfrentam ameaças diretas que partem de "estados modernos que agem de forma bastante agressiva no âmbito de sua rivalidade militar”.

Diante disso, o Pentágono está se preparando para adotar “ações militares nunca vistas por tropas terrestres dos EUA desde os tempos da Guerra da Coreia” – disse o major-general William Hicks. Nas sua opinião, as guerras vão começar de repente, portante o exército americano precisa manter um alto nível de prontidão de combate e ser capaz de repor rapidamente suas perdas.

“No futuro próximo, os conflitos não nucleares se tornarão excepcionalmente sangrentos e fulminantes. E não seremos capazes de pará-los no cronômetro” – acrescentou Hick. 
Por sua vez, o chefe do Estado Maior do Exército dos EUA, Mark Milly, segundo relata o portal Military.com, atenta ao fato de que os inimigos poderão conquistar a superioridade nos ares e limitar as ações da Marinha americana. Além disso, segundo ele, o exército também deverá estar preparado a guerra cibernética, a falta de navegação por satélite e ações de combate em difíceis condições urbanas. 
Na opinião do general, Rússia, Irã, China e Coreia do Norte “aprenderam” com os exemplos do exército americano. 
“Eles estudaram a nossa doutrina, a nossa tática, equipamentos, nossa organização, aprendizado, comando. Ele reviram suas doutrinas e agora estão rapidamente modernizando suas forças armadas, (…) na esperança de nos vencer no futuro” – disse Milly.

Apesar disso, o general americano expressou a esperança de que os EUA serão capazes de “eliminar qualquer inimigo em qualquer lutar e a qualquer hora”.

“Quer deixar claro para aqueles que tentam nos fazer mal. (…) O Exército dos EUA, apesar de todos os nossos problemas, (…) nós iremos pará-los e dar um sacode que vocês nunca viram antes. Não se enganem” – disse Milly.

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