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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Generais dos EUA preveem conflitos sangrentos com Rússia e China

Generais americanos analisaram possíveis cenários de conflitos globais do futuro durante uma reunião da Associação de Tropas Terrestres dos EUA, realizada esta semana, informou o portal de internet Defense One. 

Sputnik

De acordo com a publicação, os militares concordaram que Rússia e China, cujos exércitos têm passado por modernizações técnicas e tecnológicas, estão se tornando cada vez mais uma ameaça séria para os EUA. 
Soldados norte-americanos no Afeganistão
Tropas norte-americanas no Afeganistão © AFP 2016/ Johannes EISELE
Durante o encontro, o tenente-general Joseph Anderson destacou que os EUA enfrentam ameaças diretas que partem de "estados modernos que agem de forma bastante agressiva no âmbito de sua rivalidade militar”.

Diante disso, o Pentágono está se preparando para adotar “ações militares nunca vistas por tropas terrestres dos EUA desde os tempos da Guerra da Coreia” – disse o major-general William Hicks. Nas sua opinião, as guerras vão começar de repente, portante o exército americano precisa manter um alto nível de prontidão de combate e ser capaz de repor rapidamente suas perdas.

“No futuro próximo, os conflitos não nucleares se tornarão excepcionalmente sangrentos e fulminantes. E não seremos capazes de pará-los no cronômetro” – acrescentou Hick. 
Por sua vez, o chefe do Estado Maior do Exército dos EUA, Mark Milly, segundo relata o portal Military.com, atenta ao fato de que os inimigos poderão conquistar a superioridade nos ares e limitar as ações da Marinha americana. Além disso, segundo ele, o exército também deverá estar preparado a guerra cibernética, a falta de navegação por satélite e ações de combate em difíceis condições urbanas. 
Na opinião do general, Rússia, Irã, China e Coreia do Norte “aprenderam” com os exemplos do exército americano. 
“Eles estudaram a nossa doutrina, a nossa tática, equipamentos, nossa organização, aprendizado, comando. Ele reviram suas doutrinas e agora estão rapidamente modernizando suas forças armadas, (…) na esperança de nos vencer no futuro” – disse Milly.

Apesar disso, o general americano expressou a esperança de que os EUA serão capazes de “eliminar qualquer inimigo em qualquer lutar e a qualquer hora”.

“Quer deixar claro para aqueles que tentam nos fazer mal. (…) O Exército dos EUA, apesar de todos os nossos problemas, (…) nós iremos pará-los e dar um sacode que vocês nunca viram antes. Não se enganem” – disse Milly.

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