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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Itália lidera oposição a novas sanções contra a Rússia

O primeiro-ministro italiano Matteo Renzi liderou um grupo de países e conseguiu influenciar os líderes da Alemanha, França e Reino Unido a não adotarem novas sanções contra a Rússia devido à situação na Síria na cúpula da União Europeia (UE), informou o jornal The Financial Times citando fontes diplomáticas. 


Sputnik

Na noite de quinta para sexta-feira (21), os participantes da cúpula da UE aprovaram um documento final que não menciona sanções contra a Rússia por causa da Síria, embora os líderes europeus tivessem condenado as ações de Moscou e Damasco em Aleppo.


Primeiro-ministro italiano Matteo Renzi (foto de arquivo)
Matteo Renzi © AP Photo/ Geert Vanden Wijngaert

A fonte disse à The Financial Times que a discussão tornou-se "mais difícil" do que Berlim, Londres e Paris esperavam. Estes três países são os principais apoiantes de medidas duras. Segundo a fonte, os países que estavam contra a ideia foram a Espanha, Áustria, Chipre e Grécia, mas o líder do grupo foi o premiê italiano Matteo Renzi.

"Durante nove horas de negociações na cúpula da UE, o primeiro-ministro italiano alcançou êxito em retirar a proposta de novas sanções que fora introduzida antes do início da reunião", disse o jornal. 


Os EUA e outros países ocidentais acusam Moscou e Damasco de bombardear civis e posições da oposição armada, mas não apresentam quaisquer provas. A Síria e a Rússia insistem que realizam ataques somente contra terroristas e acusam Washington de incapacidade de influenciar as unidades da "oposição moderada" e demarcá-las dos radicais.


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