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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

'Libertação de Mossul pode levar a Terceira Guerra Mundial'

As tentativas de transformar a operação de libertação da cidade iraquiana de Mossul em motivo para uma nova guerra, a ser levada a cabo por terceiras forças, pode levar a um conflito global, disse o vice-premiê turco Numan Kurtulmus.


Sputnik


Mais cedo, Ancara manifestou-se contra a participação da milícia xiita da operação de libertação de Mossul, explicando esta decisão pela ameaça de confrontos interconfessionais na região. 


Forças iraquianas passam no deserto no âmbito de operação de libertação de Mossul, Iraque, 20 de outubro de 2016
Tropas iraquianas em direção a Mossul © AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE

"A tentativa de transformar a operação de libertação de Mossul dos terroristas do Daesh (proibido na Rússia) em motivo para uma nova guerra, a ser travada pelas mãos de forças terceiras, pode levar a consequências catastróficas, inclusive à Terceira Guerra Mundial", disse o vice-premiê do país, citado pela agência Anadolu. 


Segundo Kurtulmus, o futuro de Mossul afeta diretamente os interesses da Turquia, bem como o futuro de Aleppo e Damasco. "Os residentes dos países vizinhos são nossos amigos, irmãos e parentes. Todos nós vivemos em uma região. Ninguém tem o direito de impedir a Turquia de se interessar pelos desenvolvimentos nos países vizinhos", disse o vice-premiê.

O responsável turco criticou mais uma vez as autoridades iraquianas, que se manifestam contra a presença dos militares turcos no campo de Bashiqa, no norte do país. "Hoje o primeiro-ministro do Iraque tentou criticar a Turquia. Entretanto, primeiramente deve responder à questão por que razão a segunda maior cidade do Iraque se rendeu aos terroristas sem nenhum tiro? Por que razão durante todos esses anos não foi concordado um plano de salvamento de Mossul? Por que razão os EUA e a comunidade internacional não considera de forma séria a luta contra o Daesh?", acrescentou Kurtulmus.

Em 17 de outubro, o primeiro-ministro iraquiano, Haider Abadi, anunciou o início da operação militar para liberar Mossul do controle do Daesh. Segundo a mídia local, cerca de 30 mil soldados iraquianos e 4 mil efetivos das unidades peshmerga participam da operação, apoiada pela coalizão internacional liderada pelos EUA, que realiza ataques aéreos.



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