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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Lituânia aumenta grau de histeria anti-Rússia devido a seus planos militares

A Lituânia pretende gastar mais de 100 milhões de euros para adquirir sistemas de defesa antimíssil de autoria dos EUA e Noruega, informou o ministro da Defesa lituano, Juozas Olekas, citado pela agência BNS. 

Sputnik

Em entrevista à Rádio Sputnik, o especialista na área militar, Mikhail Khodarenok, disse que este é um grande gasto para o país. 
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De acordo com o Ministério da Defesa do país, tais sistemas serão instalados nas duas baterias do exército da Lituânia, com cada uma recebendo dois sistemas de lançamento equipados com radar e central de controle de fogo.

Atualmente, a Lituânia tem apenas um sistema de defesa antimíssil de curto alcance. Em maio deste ano, o país anunciou o início de negociação com a Noruega sobre possível aquisição do sistema de defesa antimíssil de médio alcance NASAMS.

No ano em curso, 575 milhões de euros foram destinados à defesa do país, o que corresponde a 1,48% do PIB. No próximo ano, o orçamento da Lituânia na área da defesa poderá chegar a 725 milhões de euros (1,77% do PIB).

Segundo Khodarenok, "os países bálticos estão em uma etapa de criação das suas Forças Armadas".

De acordo com ele, "a Lituânia tem apenas dois aviões de treinamento, nove helicópteros de transporte, e até hoje nunca teve sistemas de mísseis". 
"Já que o orçamento do país não é significativo, o gasto de 100 milhões de dólares é considerável para a Lituânia", opina Khodarenok.

"O único produto pronto para exportação e que conta com uma quantidade significativa, produzido pelas repúblicas bálticas, é a ideia sobre a ameaça militar russa. Não produzem nenhum outro produto. Sendo assim, a tarefa é vendê-loo mais caro possível. É por isso que o grau de histeria anti-Rússia só aumenta. O mais provável é que eles encontrem 100 milhões para comprar duas baterias do sistema NASAMS", destaca o especialista.

Khodarenok prevê que o apetite militar da Lituânia aumente, pois após a compra dos sistemas, o dinheiro será destinado ao treinamento do pessoal e outros fins militares. 

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