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Exército Sírio é atacado a partir de área ocupada por EUA e FDS

Tropas do Exército Árabe Sírio que participam de uma ofensiva contra terroristas em Deir ez-Zor foram alvo de ataques lançados a partir de uma área dominada por militantes das Forças Democráticas da Síria (FDS) e unidades especiais das Forças Armadas americanas, conforme revelou o Ministério da Defesa da Rússia nesta terça-feira.
Sputnik

"No último dia, grupos de assalto das tropas governamentais sírias, com apoio da Força Aeroespacial russa, cruzaram o Eufrates e continuaram a expandir a cabeça de ponte capturada a leste de Deir ez-Zor, apesar da dura resistência dos militantes do Daesh", afirmou o porta-voz da Defesa russa, major-general Igor Konashenkov, destacando o avanço das forças de Damasco. 


Segundo o militar, as tropas leais ao presidente Bashar Assad conseguiram liberar uma área de 60 quilômetros quadrados na zona oriental, mas encontraram obstáculos.

"De acordo com relatos de comandantes sírios na linha de frente, o Exército Sírio sofre contra-ataques mais seve…

Marinha diz que há espaço para novos fornecedores para o Prosub

Indústria de Defesa & Segurança

O Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil conta com participação de empresas nacionais para a fabricação de peças e a nacionalização dos itens dos submarinos. Segundo o Coordenador-Geral do programa, Almirante Max Hirschfeld, “há com certeza” espaço para novas empresas participarem da rede de fabricantes de equipamentos e sistemas dos submarinos. “Nunca está fechado. Eu estou começando o de propulsão nuclear agora e vai começar todo esse processo (de negociação) com outras empresas, outros equipamentos. No convencional também (haverá novos contratos), evidentemente”, garante. 


A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde. (Foto: Divulgação)
A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde. (Foto: Divulgação)

A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Porém, qualquer empresa pode participar do programa. As empresas interessadas em atender as demandas apresentadas pela Força Naval precisam passar também pela aprovação do estaleiro francês DCNS, que é o autor do projeto dos submarinos convencionais modelo Scorpène.

Ainda segundo o coordenador do Prosub, a maioria das empresas da rede do programa são médias e pequenas do interior dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Uma delas é a Micromazza, empresa especializada na fabricação de válvulas de fundo. A fábrica do município de Vila Flores (RS) foi selecionada para a nacionalização do item dos S-BR. Os técnicos da empresa gaúcha receberam as especificações da DCNS na França e, depois, desenvolveram o conteúdo nacional para a fabricação das válvulas na sede no Rio Grande do Sul.

O Almirante Max Hirschfeld conta que a maioria dos itens nacionalizados dos submarinos são de uso dual (civil e militar) e podem ser empregados em outros setores da economia, além da indústria naval. A produção de peças, equipamentos, materiais e sistemas dos submarinos por empresas brasileiras faz parte do pacote de nacionalização previsto nos contratos com a DCNS.

PROSUB

O Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil foi criado decorrente da Estratégia Nacional de Defesa. O objetivo da produção de cinco submarinos no Brasil – 4 convencionais e um de propulsão nuclear – é a defesa da chamada Amazônia Azul. A Marinha do Brasil conta hoje com cinco submarinos construídos na década de 1980 e 1990 para defesa desse território marítimo. De acordo com a Marinha, à medida que os novos submarinos forem finalizados, os antigos serão aposentados.



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