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Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.
Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", for…

Marinha diz que há espaço para novos fornecedores para o Prosub

Indústria de Defesa & Segurança

O Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil conta com participação de empresas nacionais para a fabricação de peças e a nacionalização dos itens dos submarinos. Segundo o Coordenador-Geral do programa, Almirante Max Hirschfeld, “há com certeza” espaço para novas empresas participarem da rede de fabricantes de equipamentos e sistemas dos submarinos. “Nunca está fechado. Eu estou começando o de propulsão nuclear agora e vai começar todo esse processo (de negociação) com outras empresas, outros equipamentos. No convencional também (haverá novos contratos), evidentemente”, garante. 


A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde. (Foto: Divulgação)
A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde. (Foto: Divulgação)

A Marinha tem procurado fornecedores e mostrado suas necessidades em encontros empresariais nas federações das indústrias dos estados e na Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Porém, qualquer empresa pode participar do programa. As empresas interessadas em atender as demandas apresentadas pela Força Naval precisam passar também pela aprovação do estaleiro francês DCNS, que é o autor do projeto dos submarinos convencionais modelo Scorpène.

Ainda segundo o coordenador do Prosub, a maioria das empresas da rede do programa são médias e pequenas do interior dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Uma delas é a Micromazza, empresa especializada na fabricação de válvulas de fundo. A fábrica do município de Vila Flores (RS) foi selecionada para a nacionalização do item dos S-BR. Os técnicos da empresa gaúcha receberam as especificações da DCNS na França e, depois, desenvolveram o conteúdo nacional para a fabricação das válvulas na sede no Rio Grande do Sul.

O Almirante Max Hirschfeld conta que a maioria dos itens nacionalizados dos submarinos são de uso dual (civil e militar) e podem ser empregados em outros setores da economia, além da indústria naval. A produção de peças, equipamentos, materiais e sistemas dos submarinos por empresas brasileiras faz parte do pacote de nacionalização previsto nos contratos com a DCNS.

PROSUB

O Prosub (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) da Marinha do Brasil foi criado decorrente da Estratégia Nacional de Defesa. O objetivo da produção de cinco submarinos no Brasil – 4 convencionais e um de propulsão nuclear – é a defesa da chamada Amazônia Azul. A Marinha do Brasil conta hoje com cinco submarinos construídos na década de 1980 e 1990 para defesa desse território marítimo. De acordo com a Marinha, à medida que os novos submarinos forem finalizados, os antigos serão aposentados.



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