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Moscou revela fotos de material bélico dos EUA nas posições do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia publicou na sua conta no Facebook fotos aéreas de posições do Daesh (organização proibida na Rússia), perto da cidade de Deir ez-Zor, nas quais se vê material bélico dos EUA.
Sputnik

"Graças às fotografias aéreas captadas entre 8 e 12 de setembro de 2017, perto das posições do Daesh foi detectado um grande número de veículos blindados norte-americanos Hummer que estão em serviço das forças especiais dos EUA", informou o ministério.


Segundo o ministério, nas fotos é claramente visível o posicionamento das forças especiais dos EUA em pontos de apoio que anteriormente foram equipados pelos terroristas. Nas fotos não há nenhuns vestígios de ataques, bem como de confrontos com os terroristas ou crateras provocadas por ataques aéreos realizados pela coalizão internacional liderada pelos EUA.

"Embora os pontos de apoio dos destacamentos das Forças Armadas dos EUA estejam nas zonas das atuais posições do Daesh, não existem quaisquer vestígios de pre…

Marinha dos EUA ameaça retaliar após ataque contra seu destróier no Iêmen

O Pentágono prevê ações de retaliação após o ataque de mísseis contra o destróier USS Mason, ocorrido perto das costas do Iêmen. 


Sputnik

"Vamos saber quem o fez e agir em conformidade", declarou ao canal CBS News, o porta-voz do Departamento de Defesa, capitão Jeff Davis, ao sublinhar que "quem quer que ameace os navios da Marinha dos EUA, o faz por sua conta e risco". 


Destróier Lassen da marinha dos EUA
© REUTERS/ US Navy


É "quase certo", escreve a CBS News, que os mísseis foram lançados a partir do território dos houthis, que controlam também a capital e contam com o apoio do Irã no conflito com a Arábia Saudita e a sua coligação, apoiada pelos EUA. Anteriormente, os houthis atacaram outros navios da coalizão perto das costas do país árabe.

Realizando um ataque de retaliação, os EUA corre o risco de se envolver em mais "um conflito cada vez mais feio e complicado" opina o canal.

Os combates no Iêmen levaram a uma situação humanitária "catastrófica": cerca de 20 milhões de pessoas, segundo as estimativas da ONU, tendo causado a morte de mais de 4.000 civis após o início dos ataques da Arábia Saudita em março de 2015. 


A última tragédia aconteceu no dia 8 de outubro, quando um ataque aéreo da coalizão contra uma cerimônia fúnebre matou 140 pessoas e feriu mais de 500.


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