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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Militares iraquianos são acusados de tortura e execuções contra civis que escapam do Daesh

Milhares de civis que conseguem escapar dos bairros sob controle do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico, proibido na Rússia) são sujeitos a tortura, execuções e abusos por milícias e forças do governo do Iraque. A acusação é da ONG Anistia Internacional. 


Sputnik

"Depois de escapar dos horrores da guerra e da tirania do Estado Islâmico, os árabes sunitas do Iraque enfrentam atos brutais de vingança das milícias e forças governamentais, e são punidos por crimes cometidos pela organização”, afirma o diretor dos programas da Anistia Internacional no Oriente Médio e Norte da África, Philip Luther.


Forças do Iraque em Al Hadidiya, ao sul de Tikrit
Tropas iraquianas © REUTERS/ Thaier Al-Sudani


Segundo ele, “não há justificativa para as execuções extrajudiciais, os desaparecimentos forçados, as torturas ou as detenções arbitrárias”.

“À medida que a batalha para reconquistar Mossul avança, é crucial que as autoridades iraquianas tomem medidas para garantir que estes abusos não se repitam”, frisou Luther. 


O relatório elaborado pela ONG foi baseado no testemunho de mais de 470 ex-prisioneiros, testemunhas e familiares de pessoas mortas e desaparecidas, assim como funcionários, ativistas e funcionários humanitários.

Na noite da última segunda-feira, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou o início da operação militar para libertar Mossul dos combatentes do grupo terrorista Daesh. De acordo com relatos da mídia, militares e forças policiais iraquianas, assim como a formação curda, com apoio da coalizão liderada pelos EUA, iniciaram um ataque maciço em Mossul.


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