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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Mísseis Iskander contra Patriot: Polônia está entre EUA e Rússia

A decisão tomada durante a cimeira da OTAN em Varsóvia relativamente à instalação de tropas perto à fronteira da Rússia resultou na instalação de mísseis russos Iskander na região de Kaliningrado.


Sputnik

Caso este tipo de corrida armamentista continue, a Polônia não terá sistemas de mísseis Patriot suficientes para neutralizar os Iskanderes russos. 


Soldado polonês junto às bandeiras da OTAN, Polônia e EUA
Soldado polonês junto das bandeiras dos EUA, Polônia e OTAN © REUTERS/ Kacper Pempel


Na conversa com a Sputnik Polônia o cientista político polonês Kazimierz Kik esclareceu: 

"Se a Polônia continuar realizando uma política, na qual a segurança polonesa se torna refém das relações, ou melhor dizer, da competição entre EUA e Rússia, neste caso a Polônia perderá o controle sobre a garantia da sua própria segurança. Por esta via ela cedê-lo-á a um conflito que está a um nível muito superior: fora do limite das nossas capacidades e fora de controle dos poloneses."

O especialista opinou que os Estados Unidos estão “demonstrando seus músculos” militares ao aproximar a aliança militar para mais perto das fronteiras da Rússia. Nesta situação, destacou, caso a Polônia interfira, só poderá observar, sem poder fazer nada, as capacidades da política externa russa ou até mesmo as de seu exército.

Kik vê uma solução num respeito mais profundo pelos interesses nacionais poloneses:


"Na minha opinião, na direção oriental não existe suficiente unidade na forma de pensar. Quer dizer, não há uma suficiente unidade russo-polaca. Não se trata de nós, poloneses, separadamente nos juntarmos aos russos. A ideia é dividir de forma adequada para nós, e para nossos interesses nacionais, as necessidades de uma Europa em integração".

O especialista admite que na Europa existem diferentes posições relativamente também à OTAN, mas seja como for, é a Polônia que deve decidir por si mesma o seu rumo futuro.

"Por mais que a Polônia peça Patriots e outros sistemas de defesa da OTAN, outros tantos (ou mesmo um pouco mais) Iskanderes aparecerão junto das fronteiras da Polônia", argumentou. 


Cabe lembrar que a seu tempo a França e a Alemanha conseguiram superar suas divergências e em consequência construir uma política única europeia.



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