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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Moscou apresentará protesto se Washington deslocar suas tropas do Iraque para Síria

A Rússia não está de acordo com os planos dos EUA para deslocar forças americanas adicionais, depois de tomar Mossul no Iraque, para conquistar Raqqa, disse à RIA Novosti Igor Morozov, membro do comitê para os assuntos internacionais do Conselho Federação da Rússia. 


Sputnik

A candidata presidencial do Partido Democrata, Hillary Clinton, declarou durante os últimos debates que depois de liberar Mossul dos extremistas do Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia) será necessário liberar a capital terrorista síria de Raqqa. 


Raqqa
Raqqa, Síria © flickr.com/ Beshr Abdulhadi


"A Rússia será completamente contra. Ela irá apresentar um protesto contra a deslocação ilegal de forças americanas sem um pedido oficial das autoridades sírias. Apenas existindo esse convite poderão os EUA deslocar meios aéreos adicionais para a Síria", sublinhou Morozov. 

Ele também frisou que esta alteração de cenário de esforços conjuntos na luta contra terrorismo internacional por parte de Washington contradiz os acordos de Genebra e poderá resultar em "um conflito militar de grande escala".

"Existem os acordos de Genebra para a Síria. Apesar dos americanos se recusarem em colaborar com a Rússia na Síria, os acordos devem continuar vigorando e regulando as ações das forças armadas da Síria, da força aeroespacial da Rússia e das forças da coalizão. Se os americanos começarem de modo unilateral alterando, com as forças da sua coalizão, o cenário dos esforços conjuntos para a destruição do Daesh, isso poderá resultar no conflito de grande escala sobre qual todo mundo fala e que deve ser evitado de todas as formas", disse Morozov.


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