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Especialistas: aumenta o risco de guerra entre os EUA, a Rússia e a China

O desenvolvimento de novos tipos de armas nucleares de "baixa potência" aumenta o risco de uma guerra entre os EUA, a Rússia e a China, segundo especialistas consultados por Newsweek.
Sputnik

O Pentágono está desenvolvendo dois novos tipos de armas nucleares, para acompanhar os progressos da Rússia e da China nesse terreno. Os especialistas tiveram acesso às minutas do projeto de doutrina nuclear norte-americana, que acusa Moscou e Pequim de ampliar as suas capacidades nucleares. 


Esse documento afirma a necessidade de "desenvolver e incorporar novos meios de contenção e de defesa dos objetivos, quando a contenção não funciona".

Entre outras medidas, o projeto revela a intenção de desenvolver ogivas nucleares de baixa potência para mísseis Trident, utilizados por submarinos da classe Ohio. Além disso, o departamento de Defesa dos EUA planeja desenvolver um míssil nuclear de baixa potência para suas bases marítimas.

O Pentágono considera o atual arsenal nuclear a disposi…

Moscou nega participação em ataque a escola na Síria

Porta-voz dos Negócios Estrangeiros repudia 'guerra da informação' travada por Al Jazeera e The Independent.


Vassíli Krilov | Gazeta Russa

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia considera as acusações de participação da Rússia nos bombardeios contra uma escola na província síria de Idlib um ataque de informação, declarou a porta-voz da pasta, Maria Zakhárova. 


Maria Zakharova
Maria Zakhárova: "Rússia não tem nada a ver com essa tragédia horrível". Foto:Sergey Pyatakov/RIA Novosti

A agência da ONU para a infância (Unicef) declarou que pelo menos 22 crianças morreram na quarta-feira (26) em múltiplos ataques aéreos em um bairro da província rebelde de Idlib, no noroeste da Síria, onde se encontram duas escolas.

“Imediatamente, diversos meios de comunicação internacionais, incluindo o The Independent, a Al-Jazeera e outros veículos com a mesma atitude jornalística, iniciaram uma guerra de informações contra a Rússia, que culparam pela realização dos bombardeios”, declarou Zakhárova.

“A Rússia não tem nada a ver com essa tragédia horrível e exige a máxima atenção para ela e sua investigação imediata”, disse ainda a porta-voz.

Segundo Zakhárova, o Ministério da Defesa russo está estudando dados de controle independente e fará outra declaração oficial após o estudo.




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