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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
Sputnik

O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Observadores russos denunciam ataques de grupos ilegais na Síria

Grupos armados ilegais lançaram 71 ataques na Síria nas últimas 24 horas. A informação foi divulgada pelo boletim diário do Centro Russo para a Reconciliação na Síria. 



Sputnik

"Em um único dia 71 ataques de grupos armados ilegais foram detectados nas províncias de Aleppo, Damasco, Hama e Latakia", diz o comunicado do Centro, publicado no site oficial do Ministério Defesa russo.


Prédios destruídos após ataques aéreos nas proximidades da cidade síria de Aleppo
Aleppo, Síria © REUTERS/ Abdalrhman Ismail


O documento destaca que a Força Aeroespacial da Rússia e a Força Aérea síria não atacaram os grupos armados da oposição que se comprometeram a respeitar a trégua no país.

A Síria vive desde 2011 um conflito no qual o exército do país enfrenta grupos armados da oposição e organizações terroristas, incluindo Daesh (Estado Islâmico) e a Frente al-Nusra, ambas proibidas na Rússia. 


O conflito já causou entre 300.000 e 400.000 mortes, segundo dados da ONU.


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