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Adeus a tecnologias 'stealth': novo radar russo pode detectar aviões furtivos

Tecnologias russas capazes de detectar aviões furtivos do inimigo podem vir a fazer parte do sistema da defesa antiaérea unida da OTSC – Organização do Tratado de Segurança Coletiva, declarou o chefe do Estado-Maior Conjunto da aliança, Anatoly Sidorov.
Sputnik

Inovações russas capazes de desativar tecnologias furtivas do inimigo podem vir a ser usadas na criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, declarou militar, citado pelo jornal Rossiyskaya Gazeta. Sidorov comentou que essas inovações seriam eficazes tanto contra aviação do inimigo como contra ataques com mísseis.



O sistema Rezonans-NE funciona graças ao princípio de reflexão ressonante de ondas de rádio da superfície de aparelhos aéreos, facilitando vigilância de aeronaves e mísseis do inimigo, explicou Aleksandr Scherbinko, vice-diretor executivo da empresa de design Rezonans.

"Este modelo pode ser de grande interesse, levando em consideração criação do sistema de defesa antiaérea unida da OTSC, cuja inauguração est…

Observadores russos denunciam ataques de grupos ilegais na Síria

Grupos armados ilegais lançaram 71 ataques na Síria nas últimas 24 horas. A informação foi divulgada pelo boletim diário do Centro Russo para a Reconciliação na Síria. 



Sputnik

"Em um único dia 71 ataques de grupos armados ilegais foram detectados nas províncias de Aleppo, Damasco, Hama e Latakia", diz o comunicado do Centro, publicado no site oficial do Ministério Defesa russo.


Prédios destruídos após ataques aéreos nas proximidades da cidade síria de Aleppo
Aleppo, Síria © REUTERS/ Abdalrhman Ismail


O documento destaca que a Força Aeroespacial da Rússia e a Força Aérea síria não atacaram os grupos armados da oposição que se comprometeram a respeitar a trégua no país.

A Síria vive desde 2011 um conflito no qual o exército do país enfrenta grupos armados da oposição e organizações terroristas, incluindo Daesh (Estado Islâmico) e a Frente al-Nusra, ambas proibidas na Rússia. 


O conflito já causou entre 300.000 e 400.000 mortes, segundo dados da ONU.


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