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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

OTAN monitora navios militares russos no Mar Báltico

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, declarou nesta quarta-feira (26) que a Aliança está monitorando a movimentação dos dois navios da Marinha da Rússia no Mar Báltico. 


Sputnik

"Posso confirmar que dois navios de guerra russos entraram recentemente no Mar Báltico. A OTAN está monitorando esses movimentos, como de costume, de uma forma responsável e equilibrada", disse ele a repórteres.


Embarcações da Marinha russa durante exercícios Kavkaz 2016
Navios da Marinha da Rússia durante o exercício Kavkaz 2016 © Sputnik/ Ministério da Defesa da Rússia


Segundo Stoltenberg, as ações da Rússia "são manifestações de comportamento que têm sido observadas há algum tempo".

"São manifestações de comportamento pelas quais a OTAN responde e continuará respondendo", disse. 


Além disso, ele afirmou que os ministros da Defesa da OTAN confirmaram a disponibilidade de prosseguir o diálogo com a Rússia de embaixadores no âmbito do Conselho OTAN-Rússia em um futuro próximo, apesar das atuais tensões entre a Aliança e Moscou. 

As relações entre a OTAN e a Rússia deterioraram-se em março de 2014, após a reintegração da Crimeia à Rússia. O Kremlin reiteradamente afirmou que a Rússia não representa uma ameaça para a organização, mas não vai ignorar as ações de potencialmente perigosas para os seus interesses.


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