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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

OTAN não quer conflito mas instala mais 4.000 soldados na Europa

A Aliança Atlântica não procura um confronto com a Rússia ou uma nova Guerra Fria, porque de fato a aliança aspira a cooperar com a Rússia, informou Jens Stoltenberg.


Sputnik


O secretário-geral da OTAN fez esta declaração à BBC, destacando que, em vez de hostilidade relativamente a Rússia, a aliança militar continua "aspirando a ter relações mais cooperativas e construtivas" com o país. 


O secretário geral da OTAN, Jens Stoltenberg.
Secretário Geral da OTAN Jens Stoltenberg © AFP 2016/ DANIEL MIHAILESCU

Falando sobre a instalação de 4 mil militares adicionais da aliança militar no Leste Europeu, Stoltenberg disse que a medida visa prevenir e não provocar um possível conflito. 

"Nós temos que fazer isso com base na defesa coletiva", notou. 

Na quarta-feira (26) os ministros da Defesa dos países-membros da Aliança Atlântica se reuniram em Bruxelas (Bélgica) para discutir o reforço da defesa do flanco leste do bloco, em particular, a instalação de quatro batalhões multinacionais adicionais nos países bálticos e na Polônia.

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