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Confira a arma secreta da China em uma eventual guerra contra os EUA

A evidência do emprego de minas marítimas na doutrina da guerra naval chinesa segue crescendo.
Sputnik

Nas fases finais da Guerra do Pacífico, os estrategistas americanos combinaram genialmente dois sistemas de armas, o revolucionário bombardeiro de longo alcance B-29 e as relativamente simples minas marítimas com explosivos magnéticos ou acústicos, causando um caos na economia e moral japoneses. O esforço para semear profusamente as águas japonesas com milhares de minas foi denominado de "Operação Fome" e esse esforço provou sua alta eficiência para pôr o Japão de joelhos. Contudo, a Marinha americana também foi vítima do emprego hábil da guerra de minas e esses casos são mais recentes.

O caso clássico provém da Guerra da Coreia, quando minas foram colocadas ao largo da Coreia do Norte, evitando que os estadunidenses realizassem uma invasão eficiente em Wonsan. Durante a Guerra do Golfo Pérsico, dois navios norte-americanos, o "Tripoli" e o "Princeton", for…

Protótipos do primeiro míssil brasileiro antinavio já começam a ser montados

Indústria de Defesa e Segurança

O programa da Marinha do Brasil de desenvolvimento do primeiro Míssil Antinavio de Superfície (MAN-SUP) com tecnologia nacional está na fase de montagem dos primeiros protótipos, divulgou a Fundação Ezute, empresa que participa na gestão dos requisitos técnicos do míssil. “O desenvolvimento do MAN-SUP é um projeto de longa duração que se iniciou em 2010. Hoje, estamos iniciando a montagem dos primeiros protótipos e em breve terão início os seus testes”, explica a diretora de Defesa da fundação, Andrea Silva Hemerly.


Programa MAN-SUP da Marinha tem o objetivo de garantir ao Brasil o domínio e a autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe. (Foto: Divulgação)
Programa MAN-SUP da Marinha tem o objetivo de garantir ao Brasil o domínio e a autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe. (Foto: Divulgação)

Além de dotar a armada brasileira de mísseis antinavios nacionais, atendendo às suas necessidades operacionais, o Programa MAN-SUP da Marinha tem o objetivo de garantir ao Brasil o domínio e a autonomia tecnológica em todo o ciclo de vida de armamentos desta classe, desde o desenvolvimento até a operação e a manutenção,em parceria com a indústria nacional de defesa.

A nacionalização dos componentes do armamento conta com o apoio da Fundação Ezute – responsável pela gestão dos requisitos técnicos do míssil, da interface entre todos os subsistemas e das atividades de validação dos componentes do projeto – além de Avibras, Mectron, Omnisys e do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo. “As empresas utilizam a plataforma de gestão da Ezute, que propicia uma visão integrada do empreendimento aos partícipes, além de também prover áreas reservadas a cada organização para apoio à gestão de sua parte do escopo”, conta Andrea.



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