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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Serviços secretos dos EUA querem minar situação na Crimeia

Crimeia conta porque EUA não admitem proibição de Congresso do Povo Tártaro.


Sputnik


O vice-premiê do governo crimeano Dmitry Polonsky explicou que o Congresso do Povo Tártaro é uma criação dos serviços secretos dos EUA, por isso eles não admitem a proibição decretada pelo Supremo Tribunal russo. 


Ativistas do grupo Setor de Direita (proibido na Rúsisia) e os da comunidade de tártaros crimeanos realizam buscas e inspeção de carros e documentos na entrada à Crimeia por parte do território da Ucrânia
O grupo Setor de Direita e da comunidade de tártaros crimeanos realizam busca e inspeção de carros e documentos na entrada da Crimeia a partir da Ucrânia © Sputnik/ Maks Vetrov

Este último, em 29 de setembro, reconheceu como legítimo o veredito do Supremo Tribunal da Crimeia sobre o caráter extremista do Congresso do Povo Tártaro.


"Como poderiam eles negar apoio àquilo que criaram e que financiam?", disse Polonsky citado pela RIA Novosti. 

O responsável oficial crimeano acha que os serviços especiais dos EUA gostariam de aproveitar por período mais longo possível da organização visando promover seus interesses. 

"Eles criaram este Congresso como um órgão de oposição à maioria russa no território da península, minando assim as relações interétnicas na nossa península multinacional", declarou. 

A Crimeia deixou de fazer parte da Ucrânia e foi reintegrada na Rússia em março de 2014, após um referendo no qual 96% dos habitantes da região votaram a favor da mudança. O referendo foi boicotado pelos tártaros.

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