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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Síria garantirá segurança de pessoas armadas saindo de Aleppo

O Governo da Síria diz que garantirá a segurança de todos que desejem abandonar a cidade de Aleppo, incluindo as pessoas armadas. A informação é do representante permanente da Síria na ONU, Bashar Jaafari.


Sputnik


O diplomata enviou uma carta ao Conselho de Segurança e ao secretário-geral da ONU em que garante a "segurança das pessoas que desejem abandonar a região" e também as pessoas armadas que desejem marchar a outros lugares com suas armas pessoais". 


Combatentes da milícia no campo dos refugiados palestino de Handarat no sudeste de Aleppo liberada dos terroristas, Síria
Combatentes da milícia em um campo de refugiados palestino © Sputnik/ Mikhail Alaeddin

A situação em Aleppo se agravou nos últimos meses com os combates se acirrando dentro da própria cidade em seus arredores; os jihadistas abrem fogo contra bairros residenciais, detém civis como reféns e impedem a chegada de ajuda humanitária. 


O Ocidente responsabiliza Damasco e seus aliados pela escalada das hostilidades em Aleppo que, segundo o Escritório da ONU para Assuntos Humanitários, provocou mais de 400 mortes desde que o Exército da Síria lançou sua operação contra os terroristas e grupos rebeldes na parte oriental de Aleppo, a segunda cidade mais importante da Síria.

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