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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Stratfor prevê conflito militar entre Rússia e EUA na Síria neste ano

No último trimestre deste ano, aumentarão os riscos de confrontos militares entre Moscou e Washington na Síria, consideram os analistas da empresa de inteligência privada dos EUA, Stratfor.


Sputnik


De acordo com especialistas, até o final do ano, os EUA se concentrarão nas ofensivas contra Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) em Mossul (norte do Iraque) e em Raqqa (norte da Síria). Conforme as previsões, a colaboração entre Moscou e Washington nos campos de batalha será mínima, já que ambos os países, atualmente, não demonstram grande interesse em resolver a crise síria por meio da diplomacia. 


Ataque de coalizão liderada pelos EUA na Siria  (arquivo)
Ataque dos EUA na Síria © AP Photo/ Maya Alleruzzo

A Rússia deverá seguir a tática militar, desistindo das "disputas diplomáticas", enquanto o lado norte-americano continuará despreparado para uma "resolução construtiva", já que o presidente atual, Barack Obama, terá pouco tempo de mandato, afirmam especialistas. 


"No quarto trimestre, as chances de confronto [entre Rússia e EUA] aumentarão, levando em consideração que Washington vem reforçando os rebeldes sunitas na Síria, eliminando, assim, a prioridade da política do diálogo com Moscou", segundo especialistas da Stratfor. 

Ao mesmo tempo, a situação vem sendo influenciada por grupos regionais, acrescentam os analistas. A situação se agrava com a presença das tropas turcas nos campos de batalha, que seguem avançando com a ajuda da cobertura americana para diminuir os riscos de confronto contra a Rússia. Enquanto isso, os aliados de Washington dos países do Golfo Pérsico jogam contra o Irã: se aproveitam das convergências entre Rússia e EUA e reforçam as posições dos seus satélites sunitas.

As relações entre Rússia e EUA se acentuaram no que diz respeito à situação em Aleppo, onde os extremistas continuam bombardeando povoados, detendo civis como reféns e criando obstáculos para ajuda humanitária. Washington acusa autoridades sírias e russas por bombardeios contra a população civil e contra a chamada oposição"moderada". Moscou e Damasco afirmam que os ataques têm como alvo apenas posições terroristas. Além disso, as duas nações acusam Washington de ser incapaz de influenciar os "moderados" para que se separem dos terroristas.

Vice-chanceler russo, Gennady Gatilov, afirmou que os EUA usam a tragédia humana na Síria para promover objetivos políticos, sendo considerada tal prática inaceitável pela Rússia.


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