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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

Sunday Times denuncia presença de 3 submarinos russos no Mediterrâneo

Três submarinos se juntaram ao porta-aviões e ao grupo naval russo no mar Mediterrâneo, informou a edição Sunday Times, citando as fontes anônimas da Marinha do Reino Unido e da OTAN. 


Sputnik

Segundo a publicação, se trata de dois submarinos nucleares do projeto 971 Shuka-B (Akula) e de um outro diesel-elétrico do projeto 877 Paltus. Na semana passada, a frota britânica registrou sua passagem no mar Mediterrâneo. 


Um dos maiores submarinos nucleares russos construídos ainda na época da União Soviética é o Typhoon (Akula), que continua a ser o maior do mundo com cerca de 25.000 toneladas métricas (27.500 toneladas). Visto de frente no Mar de Barents, Ártico russo, nesta fotografia de setembro de 2001
Submarino russo Classe Akula © AP Photo/ Dmitry Lovetsky

Os interlocutores do Sunday Times pressupõem que os submarinos possam ser equipados com mísseis Kalibr para atacar alvos na Síria.

Anteriormente, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a aliança está preocupada com a campanha do grupo naval russo da Frota do Norte no Mediterrâneo, que inclui um porta-aviões. Na opinião dele, os navios podem ser usados para bombardear Aleppo. O lado russo respondeu que não há razão para preocupação, pois os navios russos sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo.

O grupo naval, que começou a sua campanha em 15 de outubro, é composto pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, o cruzador Pyotr Veliky, os navios antissubmarino Severomorsk e Vitse-Admiral Kulakov e navios de abastecimento.


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