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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Sunday Times denuncia presença de 3 submarinos russos no Mediterrâneo

Três submarinos se juntaram ao porta-aviões e ao grupo naval russo no mar Mediterrâneo, informou a edição Sunday Times, citando as fontes anônimas da Marinha do Reino Unido e da OTAN. 


Sputnik

Segundo a publicação, se trata de dois submarinos nucleares do projeto 971 Shuka-B (Akula) e de um outro diesel-elétrico do projeto 877 Paltus. Na semana passada, a frota britânica registrou sua passagem no mar Mediterrâneo. 


Um dos maiores submarinos nucleares russos construídos ainda na época da União Soviética é o Typhoon (Akula), que continua a ser o maior do mundo com cerca de 25.000 toneladas métricas (27.500 toneladas). Visto de frente no Mar de Barents, Ártico russo, nesta fotografia de setembro de 2001
Submarino russo Classe Akula © AP Photo/ Dmitry Lovetsky

Os interlocutores do Sunday Times pressupõem que os submarinos possam ser equipados com mísseis Kalibr para atacar alvos na Síria.

Anteriormente, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a aliança está preocupada com a campanha do grupo naval russo da Frota do Norte no Mediterrâneo, que inclui um porta-aviões. Na opinião dele, os navios podem ser usados para bombardear Aleppo. O lado russo respondeu que não há razão para preocupação, pois os navios russos sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo.

O grupo naval, que começou a sua campanha em 15 de outubro, é composto pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, o cruzador Pyotr Veliky, os navios antissubmarino Severomorsk e Vitse-Admiral Kulakov e navios de abastecimento.


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