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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

The Independent: Hillary Clinton 'com certeza' pode começar uma Terceira Guerra Mundial

O diretor do jornal britânico The Independent, Sean O'Grady, escreveu uma análise sobre as possíveis consequências para o mundo com a presidência de Donald Trump ou de Hillary Clinton, afirmando que para construir a paz mundial em plena era nuclear, os EUA devem conservar e cultivar sua "relação mais importante": o vínculo com a Rússia.


Sputnik


O'Grady, que diz não simpatizar com qualquer um dos dois candidatos à Casa Branca, disse entretanto que a vitória do bilionário republicano seria mais conveniente porque a candidata democrata poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial. 


Hillary Clinton
Hillary Clinton © REUTERS/ Brian Snyder

Em sua opinião, a política externa de Trump, baseada no princípio de que "o inimigo do meu inimigo é meu amigo", poderia tornar possível a cooperação e até mesmo uma aliança com a Rússia. "Trump faria a paz. Os interesses dos EUA seriam definidos de tal maneira que se adaptassem a Moscou", disse o diretor do jornal britânico. 


Assim, segundo O’Grady, o objetivo que o republicano compartilha com a Rússia no sentido de neutralizar o "terrorismo islâmico" de forma contundente pode ser conseguido se existir uma cooperação mais ampla. Para o jornalista, a escolha seria mais prudente quando comparada com os planos de Clinton de parar a "agressão russa" sobre outras nações e de colocar o interesse dos EUA acima de qualquer outra consideração.


Finalmente, o artigo sugere que uma crise semelhante à dos mísseis em Cuba pode estourar novamente sob a presidência de Clinton, tendo em conta "os seus ultimatos implacáveis sobre Putin".

Apesar das considerações, O’Grady afirma que embora Trump pareça ser a menos má das opções, em sua opinião não há nenhum candidato "claramente civilizado" com uma vida particular ilibada e que busque a paz.



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