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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

The Independent: Hillary Clinton 'com certeza' pode começar uma Terceira Guerra Mundial

O diretor do jornal britânico The Independent, Sean O'Grady, escreveu uma análise sobre as possíveis consequências para o mundo com a presidência de Donald Trump ou de Hillary Clinton, afirmando que para construir a paz mundial em plena era nuclear, os EUA devem conservar e cultivar sua "relação mais importante": o vínculo com a Rússia.


Sputnik


O'Grady, que diz não simpatizar com qualquer um dos dois candidatos à Casa Branca, disse entretanto que a vitória do bilionário republicano seria mais conveniente porque a candidata democrata poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial. 


Hillary Clinton
Hillary Clinton © REUTERS/ Brian Snyder

Em sua opinião, a política externa de Trump, baseada no princípio de que "o inimigo do meu inimigo é meu amigo", poderia tornar possível a cooperação e até mesmo uma aliança com a Rússia. "Trump faria a paz. Os interesses dos EUA seriam definidos de tal maneira que se adaptassem a Moscou", disse o diretor do jornal britânico. 


Assim, segundo O’Grady, o objetivo que o republicano compartilha com a Rússia no sentido de neutralizar o "terrorismo islâmico" de forma contundente pode ser conseguido se existir uma cooperação mais ampla. Para o jornalista, a escolha seria mais prudente quando comparada com os planos de Clinton de parar a "agressão russa" sobre outras nações e de colocar o interesse dos EUA acima de qualquer outra consideração.


Finalmente, o artigo sugere que uma crise semelhante à dos mísseis em Cuba pode estourar novamente sob a presidência de Clinton, tendo em conta "os seus ultimatos implacáveis sobre Putin".

Apesar das considerações, O’Grady afirma que embora Trump pareça ser a menos má das opções, em sua opinião não há nenhum candidato "claramente civilizado" com uma vida particular ilibada e que busque a paz.



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