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Japão defende aumento pressão sobre Pyongyang após oferta de dialogo dos EUA

O Japão defendeu nesta quarta-feira que se aumente a pressão sobre a Coreia do Norte, com o objetivo de que esta "mude suas políticas", e reiterou seu apoio total aos Estados Unidos, após a notícia de um possível diálogo bilateral sem condições prévias entre Washington e Pyongyang.
EFE

"Os dois líderes de Japão e Estados Unidos definiram sua política sobre a Coreia do Norte e esta inclui a máxima pressão sobre o país (...) Além disso, a Casa Branca confirmou que não mudou sua postura a respeito", afirmou hoje o ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga.


Durante uma entrevista coletiva, Suga ressaltou "a estreita relação entre Estados Unidos e Japão", depois que o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que a ameaça da Coreia do Norte é "a mais imediata" e que continuará com a diplomacia "com a esperança de êxito até que caia a primeira bomba".

Neste sentido, Tillerson se pronunciou ontem sobre a possibilidade de …

The Independent: Hillary Clinton 'com certeza' pode começar uma Terceira Guerra Mundial

O diretor do jornal britânico The Independent, Sean O'Grady, escreveu uma análise sobre as possíveis consequências para o mundo com a presidência de Donald Trump ou de Hillary Clinton, afirmando que para construir a paz mundial em plena era nuclear, os EUA devem conservar e cultivar sua "relação mais importante": o vínculo com a Rússia.


Sputnik


O'Grady, que diz não simpatizar com qualquer um dos dois candidatos à Casa Branca, disse entretanto que a vitória do bilionário republicano seria mais conveniente porque a candidata democrata poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial. 


Hillary Clinton
Hillary Clinton © REUTERS/ Brian Snyder

Em sua opinião, a política externa de Trump, baseada no princípio de que "o inimigo do meu inimigo é meu amigo", poderia tornar possível a cooperação e até mesmo uma aliança com a Rússia. "Trump faria a paz. Os interesses dos EUA seriam definidos de tal maneira que se adaptassem a Moscou", disse o diretor do jornal britânico. 


Assim, segundo O’Grady, o objetivo que o republicano compartilha com a Rússia no sentido de neutralizar o "terrorismo islâmico" de forma contundente pode ser conseguido se existir uma cooperação mais ampla. Para o jornalista, a escolha seria mais prudente quando comparada com os planos de Clinton de parar a "agressão russa" sobre outras nações e de colocar o interesse dos EUA acima de qualquer outra consideração.


Finalmente, o artigo sugere que uma crise semelhante à dos mísseis em Cuba pode estourar novamente sob a presidência de Clinton, tendo em conta "os seus ultimatos implacáveis sobre Putin".

Apesar das considerações, O’Grady afirma que embora Trump pareça ser a menos má das opções, em sua opinião não há nenhum candidato "claramente civilizado" com uma vida particular ilibada e que busque a paz.



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