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Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.
Sputnik

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não p…

Washington Post: EUA intensificam vigilância da Rússia, tal como na Guerra Fria

Os serviços da inteligência dos EUA estão expandindo as missões de vigilância contra a Rússia até o nível sem precedentes registrado durante a Guerra Fria, comunica jornal Washington Post, citando autoridades dos EUA. 


Sputnik

Segundo a fonte, a prioridade da Rússia como alvo de vigilância é destacada pela primeira vez desde o momento da desintegração da União Soviética. 


Soldado do exército dos EUA com binóculo
Soldado norte-americano © flickr.com/ Justin Connaher

O objetivo principal dos serviços secretos dos EUA é a luta contra o terrorismo, acrescenta o Washington Post. No entanto, é também prestada grande atenção à Rússia.

"A mobilização abrange agentes secretos da CIA, meios de inteligência virtual da Agência de Segurança Nacional, sistemas de satélites e outros meios de inteligência, comunicaram oficiais, descrevendo a redistribuição de recursos nos serviços secretos. Nos últimos anos, a inteligência americana tinha parado a vigilância contra Rússia para se concentrar na ameaça de terrorismo e nas zonas onde os EUA estão participando em conflitos militares", comunica o jornal. 


Segundo o WP, uma série de analistas acredita que os EUA estão tomando tais decisões muito devagar. Os fundos orçamentais gastos com a vigilância contra a Rússia aumentaram nos últimos dois anos cerca de 10%, enquanto no pico da Guerra Fria este índice constituía cerca de 40%.

Entretanto, segundo o jornal, os serviços da inteligência ainda não aprenderam "a prever as ações de Moscou".


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