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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

Washington Post: EUA intensificam vigilância da Rússia, tal como na Guerra Fria

Os serviços da inteligência dos EUA estão expandindo as missões de vigilância contra a Rússia até o nível sem precedentes registrado durante a Guerra Fria, comunica jornal Washington Post, citando autoridades dos EUA. 


Sputnik

Segundo a fonte, a prioridade da Rússia como alvo de vigilância é destacada pela primeira vez desde o momento da desintegração da União Soviética. 


Soldado do exército dos EUA com binóculo
Soldado norte-americano © flickr.com/ Justin Connaher

O objetivo principal dos serviços secretos dos EUA é a luta contra o terrorismo, acrescenta o Washington Post. No entanto, é também prestada grande atenção à Rússia.

"A mobilização abrange agentes secretos da CIA, meios de inteligência virtual da Agência de Segurança Nacional, sistemas de satélites e outros meios de inteligência, comunicaram oficiais, descrevendo a redistribuição de recursos nos serviços secretos. Nos últimos anos, a inteligência americana tinha parado a vigilância contra Rússia para se concentrar na ameaça de terrorismo e nas zonas onde os EUA estão participando em conflitos militares", comunica o jornal. 


Segundo o WP, uma série de analistas acredita que os EUA estão tomando tais decisões muito devagar. Os fundos orçamentais gastos com a vigilância contra a Rússia aumentaram nos últimos dois anos cerca de 10%, enquanto no pico da Guerra Fria este índice constituía cerca de 40%.

Entretanto, segundo o jornal, os serviços da inteligência ainda não aprenderam "a prever as ações de Moscou".


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