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Caça F-22 dos EUA faz pouso de emergência no Alasca

Nesta quarta-feira (11), um caça de quinta geração F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA fez um pouso de emergência em uma base militar no Alasca, de acordo com a agência AP.
Sputnik

De acordo com a agência, a aeronave aterrissou na base de Elmendorf-Richardson, na cidade de Anchorage, devido a uma falha no funcionamento do chassi de aterrissagem.

As imagens do acidente divulgadas pelo Facebook demonstram que uma das rodas não saiu e a aeronave acabou pousando sobre sua asa esquerda.

O piloto saiu ileso. Entretanto, a porta-voz da Força Aérea dos EUA, Erin Eaton, informou sobre o início de uma investigação da ocorrência.

Outros acidentes

O avião F-22 é um caça bimotor monolugar produzido pela corporação norte-americana Lockheed Martin. A Força Aérea dos EUA conta com 186 aeronaves do modelo.

Em abril, foi registrada uma falha de motor em um F-22 durante a decolagem da base aérea de Fallon, como resultado a aeronave acabou caindo sobre a pista.

Outro acidente, que também ocorreu em abril, teve lu…

Washington Post: EUA intensificam vigilância da Rússia, tal como na Guerra Fria

Os serviços da inteligência dos EUA estão expandindo as missões de vigilância contra a Rússia até o nível sem precedentes registrado durante a Guerra Fria, comunica jornal Washington Post, citando autoridades dos EUA. 


Sputnik

Segundo a fonte, a prioridade da Rússia como alvo de vigilância é destacada pela primeira vez desde o momento da desintegração da União Soviética. 


Soldado do exército dos EUA com binóculo
Soldado norte-americano © flickr.com/ Justin Connaher

O objetivo principal dos serviços secretos dos EUA é a luta contra o terrorismo, acrescenta o Washington Post. No entanto, é também prestada grande atenção à Rússia.

"A mobilização abrange agentes secretos da CIA, meios de inteligência virtual da Agência de Segurança Nacional, sistemas de satélites e outros meios de inteligência, comunicaram oficiais, descrevendo a redistribuição de recursos nos serviços secretos. Nos últimos anos, a inteligência americana tinha parado a vigilância contra Rússia para se concentrar na ameaça de terrorismo e nas zonas onde os EUA estão participando em conflitos militares", comunica o jornal. 


Segundo o WP, uma série de analistas acredita que os EUA estão tomando tais decisões muito devagar. Os fundos orçamentais gastos com a vigilância contra a Rússia aumentaram nos últimos dois anos cerca de 10%, enquanto no pico da Guerra Fria este índice constituía cerca de 40%.

Entretanto, segundo o jornal, os serviços da inteligência ainda não aprenderam "a prever as ações de Moscou".


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