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Marinha e Aeronáutica do Brasil auxiliam buscas a submarino argentino desaparecido, diz ministro

Segundo Raul Jungmann, três navios e um avião brasileiros já foram disponibilizados. Última vez que o submarino militar com 44 pessoas a bordo manteve contato com a base foi na quarta-feira (15).
Por G1, Brasília

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, publicou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que três navios da Marinha brasileira "já estão auxiliando" nas buscas a um submarino argentino que desapareceu com 44 tripulantes a bordo.

Ainda segundo o ministro, a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou um avião para também ajudar na procura pelo submarino e um segundo avião "será deslocado para apoiar as buscas do submarino argentino desaparecido" a partir deste domingo (19).

O submarino militar ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 quilômetros da costa patagônica do país.

De acordo com a FAB, o primeiro avião disponibilizado pelo Brasil decolou, com 18 tripulantes, às 17…

200 cargas nucleares de Israel contra programa nuclear pacífico do Irã

Israel tem em sua disposição 200 cargas nucleares. Sobre isso foi discutido em mensagens privadas do ex-secretário do Estado dos EUA, Colin Powell. Suas mensagens foram publicadas no dia 16 de setembro pela edição The Independent. 


Sputnik

"Em todo caso, os iranianos não podem usar sua bomba. Teerã sabe que Israel tem 200 cargas, todas apontadas para o Irã, já nós, temos milhares delas. Como disse Mahmoud Ahmadinejad [presidente do Irã de 2005 a 2013]: 'O que fazer [com este bomba]? Poli-la?'", escreveu Powell em uma de suas mensagens.


Míssil superfície-ar Hawk é lançado durante os exercícios militares no Irã
Míssil superfície-ar Hawk © AFP 2016/ ISNA/ AMIN KHOROSHAHI


Em meados de julho de 2015, Teerã e seis mediadores internacionais (EUA, Rússia, China, Grã Bretanha, França e Alemanha) chegaram a um acordo sobre o programa nuclear do Teerã. O país foi obrigado a transformar a usina nuclear de Fordo em um centro tecnológico e também a transformar o reator nuclear, localizado na cidade de Arak, sendo obrigado a retirar do país todo o combustível utilizado pelo reator. Israel não apoiou tal decisão.

O analista político e especialista em questões do Oriente Médio, Sabbah Zanganeh, disse à Sputnik Persa que as armas nucleares do Irã são responsáveis pela tensão na região. 


O especialista destacou que a situação faz parte da política de padrões duplos dos EUA: 

"Os americanos sabem claramente que o programa nuclear do Irã tinha e tem caráter pacífico e nunca ameaçou quaisquer países ou povos. Eles sabem que o Irã é contra a utilização de armas nucleares, por razões religiosas e morais. O Irã nunca tomou a direção que leva à produção de armas de destruição em massa."

"Ao mesmo tempo, Israel que sempre recebeu apoio dos EUA em todas as áreas, constantemente ameaça os países da região, provocando conflitos militares e iniciando guerras contra o Egito, Síria, Líbano, Palestina e Jordânia."

Devido ao apoio recebido pelos EUA, Israel possui armas de destruição em massa, destacou o especialista. Os EUA, sendo cúmplices dos israelenses, devem assumir total responsabilidade pelos acontecimentos na região, concluiu Sabbah Zanganeh.



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